Wilson Clash 100 V3
O Casamento Improvável de Flexibilidade e Estabilidade.
Beleza, meu jovem. Pega a prancheta e senta aqui. Você sabe que no tênis, a gente vive buscando aquele edge, a vantagem que vai nos fazer ganhar aquele break point no quinto set. E muitas vezes, essa vantagem não está só no seu preparo físico ou na sua técnica, mas na sua ferramenta de trabalho: a raquete. Por anos, a regra não escrita era clara: se você quer controle, precisa de uma raquete mais rígida e pesada; se quer potência e conforto, vai perder alguma estabilidade e precisão. Era um dilema que parecia insolúvel.
A Wilson Clash 100 V3 chega para dar um smash nessa regra. Desde que a primeira Clash foi lançada, a ideia tem sido oferecer uma raquete que tenha o feel de uma raquete flexível, que é super confortável para o braço, mas a estabilidade e a capacidade de gerar potência de uma raquete mais rígida. É a raquete que te permite ter um full swing sem medo de machucar o cotovelo ou de a bola voar. Pense nela como um carro de corrida com a suspensão de um sedã de luxo. A V3, esta terceira geração, não apenas manteve essa filosofia, mas a refinou, apertando as tolerâncias e aprimorando as tecnologias para que o resultado final fosse ainda mais consistente e, crucialmente, mais conectado com a bola.

A Tecnologia Wilson em Ação: O Coração da Clash V3
A Clash não é macia por acaso. Não é um acidente de design. É uma engenharia de ponta que criou o que a Wilson chama de FORTYFIVE° e FreeFlex (agora chamada de SI3D). Eu não quero que você decore nomes, quero que você entenda o que esses caras fazem no seu braço e na bola. Eles são o motor dessa máquina.
FORTYFIVE°: O Segredo da Conexão com a Bola.
Este é o cerne da Clash, é o que a torna uma raquete “viva”. O nome FORTYFIVE° se refere à forma como as fibras de carbono são dispostas na construção do frame. A maioria das raquetes usa um padrão mais tradicional, mas a Wilson usou uma arquitetura patenteada que permite que o aro se dobre de maneira otimizada em vários planos.
Você já notou como o tênis moderno é vertical? O movimento de topspin hoje é muito mais de baixo para cima do que antigamente. A FORTYFIVE° foi desenvolvida justamente para complementar esse caminho de swing mais vertical. O que isso significa para você? Quando você acerta a bola, a raquete “embolsa” ela por uma fração de segundo a mais (dwell time). Essa flexão extra, tanto na horizontal (para mais controle) quanto na vertical (para mais spin e potência), te dá uma sensação mais conectada com a bola. É como se você pudesse sentir a bola na corda por mais tempo, permitindo que você guie ela com mais segurança para o alvo. É o que chamamos de pocketing – e na Clash, ele é de primeira linha. Se o seu golpe é moderno, com bastante lift, essa raquete vai ser sua melhor amiga. Você não precisa gerar spin sozinho; a raquete está te ajudando a fazer isso.

O Choque da Flexibilidade (RA 54): Adeus, Dores no Braço.
Aqui está o número que mais choca os especialistas e amadores: o índice de rigidez (RA) da Clash 100 V3 é de aproximadamente 54. Para colocar em perspectiva, a maioria das raquetes modernas de potência e spin tem um RA que varia entre 65 e 72. Um RA de 54 é extremamente baixo, colocando a Clash no território das raquetes mais flexíveis e amigáveis ao braço do mercado.
O que essa flexibilidade faz? Ela absorve o choque. Pense nisso como um amortecedor de carro de primeira linha. Quando você acerta uma bola pesada, a energia do impacto é dissipada pelo frame da raquete, em vez de ser transmitida diretamente para o seu pulso e cotovelo. É por isso que muitos jogadores que vêm de raquetes mais rígidas e sofrem com a famosa dor no cotovelo de tenista (tennis elbow) encontram alívio imediato com a Clash. Você pode bater forte, ter um swing longo, sem ter que pagar o preço da dor. Para o tenista que joga várias vezes por semana ou está na estrada dos torneios, esse conforto é um divisor de águas. É a prova de que você não precisa se maltratar para jogar um tênis de alto nível.
Hit Stabilizer: Blindagem Contra Golpes Fora do Centro.
“Mas professor, se ela é tão flexível, ela não fica instável contra bolas pesadas?” Excelente pergunta! É aí que entra o Hit Stabilizer. A V3 traz essa tecnologia que aumenta a inércia da raquete nas posições de 3 e 9 horas do aro.
Traduzindo: o Hit Stabilizer funciona como uma blindagem sutil, mas poderosa, que aumenta a estabilidade torsional. Torsional é o giro lateral da raquete. Quando você acerta a bola fora do centro (um off-center hit), uma raquete muito flexível tende a girar na sua mão, resultando em perda de controle, potência e, claro, um choque desconfortável. Com o Hit Stabilizer, esse giro é minimizado. Isso significa que seu sweet spot é perdoador. Mesmo quando você não acerta o centro perfeito (e vamos ser honestos, isso acontece o tempo todo, até com o Federer), a raquete se mantém firme, entregando profundidade e mantendo a bola na quadra. É a sua segurança contra o erro no momento de pressão. Você se sente confiante para tentar aquela paralela ousada, sabendo que a raquete te dá uma margem de manobra.
Performance em Quadra: A Ferramenta no Jogo Real
Chega de teoria. Vamos para a quadra, onde o pneu encontra o asfalto. A Clash 100 V3 foi feita para ser uma “raquete de jogador” (player’s racket), mas com acessibilidade. Ela não te obriga a ter a técnica perfeita de um profissional; ela trabalha com o que você tem de melhor.
Potência e Profundidade do Fundo: O Efeito Estilingue.
No fundo de quadra, a Clash 100 V3 é um canhão silencioso. Não é a potência bruta de uma Pure Aero, mas sim uma potência que surge de forma controlada e acessível (easy power). O segredo está no efeito estilingue: a flexão profunda do frame na hora do impacto armazena muita energia, e a recuperação rápida do aro a devolve para a bola com velocidade e spin.
O resultado é que você consegue profundidade fácil sem precisar arriscar demais. Você pode fazer um full swing – o famoso “soltar o braço” – e a raquete tem a capacidade de trazer a bola de volta à quadra com o topspin suficiente para ela cair fundo e com peso. É um alívio enorme saber que você pode relaxar a pegada e deixar a raquete fazer o trabalho pesado. Nas trocas de fundo de quadra, você consegue ser agressivo com menos esforço, o que é vital para manter o nível de energia alto em um terceiro set apertado. A manobrabilidade é um ponto alto, com um peso de swing (aproximadamente 310g encordoada) que permite que você prepare o golpe rapidamente, mesmo em bolas mais em cima do corpo ou quando está correndo na defesa. É a sua arma para mudar de defesa para ataque com um único golpe.

Controle e Toque na Rede: Mãos de Veludo e Músculos de Aço.
Se você gosta de ir para a rede, a Clash é quase um “código de trapaça” (cheat code). Sua natureza leve na cabeça (head light) faz com que ela seja incrivelmente rápida de manusear. Você chega no ponto de contato mais cedo para volear, e ela te permite reagir a passing shots rápidos com uma velocidade de reflexo impressionante.
A estabilidade aprimorada pelo Hit Stabilizer é sentida de forma nítida nas volleys. Mesmo quando você está esticado, tentando bloquear uma bola pesada, a raquete não torce na sua mão. Ela age como um “muro”. O ponto que exige uma adaptação é o toque e o feel para as drop volleys. Devido à forma como a raquete absorve as vibrações (o que é ótimo para o braço), ela tem um toque levemente mais amortecido (muted feel) se comparada a uma raquete mais tradicional e rígida. Você precisa confiar um pouco mais na sua técnica, pois o feedback tátil não é tão “crocante”. No entanto, a capacidade de bloquear e redirecionar a potência do adversário é fantástica, o que a torna uma escolha sólida para o jogador de duplas que passa muito tempo na rede.
O Serviço: Velocidade de Manuseio e Acesso ao Spin.
O saque é o golpe mais importante do tênis. E o desempenho da Clash V3 nesse quesito é, de novo, caracterizado pela potência fácil. Graças ao seu peso de swing rápido, você consegue acelerar a cabeça da raquete na fase final do movimento com muita facilidade. Isso se traduz em mais velocidade na bola, especialmente no primeiro saque.
Mas onde a Clash V3 realmente brilha no saque é no acesso ao spin. A flexão vertical do aro, o tal do SI3D, é projetada para maximizar o efeito da corda na bola. Isso significa que seu saque kick (com quique alto) e seu saque slice (com curva lateral) ganham uma nova dimensão. A bola “chupa” a corda, e o topspin faz ela mergulhar na quadra com mais segurança. Para o segundo saque, essa segurança é tudo. Você consegue adicionar aquela margem de erro na rede sem sacrificar a velocidade, transformando o segundo saque em uma arma confiável e consistente. Você pode atacar o segundo serviço sem aquele medo paralisante da dupla falta.
Adaptabilidade e Perfil do Jogador: Quem Deve Usar Essa Máquina?
Você me pergunta: “Professor, essa raquete é para mim?” A resposta é: muito provavelmente, sim. A Clash 100 V3 é uma das raquetes mais versáteis e democráticas do mercado. Ela atende a um espectro enorme de jogadores.
Para o Jogador Intermediário em Ascensão.
Este é o público perfeito para a Clash V3. Você, que já tem um swing médio a longo, está começando a gerar velocidade na cabeça da raquete, mas ainda busca consistência e perdão. A raquete não vai punir seus erros de contato tanto quanto um modelo mais pro.
O que a Clash 100 V3 oferece ao intermediário é uma plataforma para evolução. Ela dá a potência que falta em momentos de cansaço e o spin que coloca a bola para dentro, mesmo quando o golpe não foi perfeito. Ela te ajuda a “ganhar confiança” no seu swing porque o conforto no braço te encoraja a bater mais livremente. Ela é a raquete que te leva do nível club player para o jogador de torneios.

Para o Veterano em Busca de Conforto.
Outro grupo que ama a Clash são os jogadores mais experientes, veteranos ou aqueles que têm histórico de lesões no braço. A flexibilidade do RA 54 é, como já dissemos, um verdadeiro salva-vidas.
Muitas vezes, com a idade ou lesões antigas, a gente hesita em bater na bola com força total. A Clash V3 te dá a tranquilidade para soltar o braço novamente. Você não precisa se preocupar com a shock absorption da raquete, apenas em acertar o centro. É o conforto que permite que você prolongue sua carreira no tênis e mantenha um nível de jogo competitivo sem sacrificar sua saúde física. É a prova de que um equipamento moderno pode ser gentil, mas ainda assim poderoso.
Um Crossover de Estilos: A Raquete “Corretores de Postura”.
A Clash V3 também serve como uma excelente raquete de “crossover” – para quem está fazendo a transição entre diferentes tipos de raquetes (por exemplo, de uma raquete de iniciante muito leve para um modelo de performance, ou de um modelo pro staff muito pesado para algo mais manobrável).
Ela é flexível o suficiente para corrigir a mecânica de um swing muito rígido e, ao mesmo tempo, estável o suficiente para jogadores que batem na bola de forma mais plana. Ela não te força a um estilo específico; ela se adapta ao seu estilo. Se você está em um momento de transição de técnica, ou se seu estilo de jogo é um híbrido entre ataque e defesa, a Clash V3 vai te dar a base estável e confortável para desenvolver o seu game. É uma raquete inteligente para jogadores inteligentes.
Sustentabilidade e Design: A Wilson Pensando no Futuro
Não é só de tecnologia de performance que vive a Clash V3. A Wilson deu um passo importante nesta geração, e isso é algo que a gente, como esportista, deve valorizar.
Materiais Sustentáveis e o Impacto Ambiental.
A V3 incorpora uma abordagem mais consciente com o planeta. Os bumpers (as tiras de proteção na cabeça) e os grommets (os ilhós por onde passam as cordas), assim como o end cap (a tampa do cabo), agora são feitos de Agiplast, um material à base de plantas.
Pode parecer um detalhe, mas essa é uma mudança na mentalidade da indústria. O esporte tem que andar de mãos dadas com a responsabilidade ambiental. É legal saber que o equipamento que você está usando para se divertir e competir tem uma pegada ecológica reduzida. É um win-win: você joga um tênis de alto nível e contribui para um futuro mais sustentável. É um ponto que mostra a Wilson atenta ao jogo que acontece fora da quadra também.

O Novo Sistema Click & Go e a Facilidade de Manutenção.
A manutenção da raquete é um ponto que muita gente esquece, mas que é crucial. O sistema Click & Go para bumpers e grommets torna a substituição dessas peças muito mais rápida e fácil.
Sabe aquele momento em que o grommet quebra e você precisa parar de jogar? Esse novo sistema simplifica o processo de reparo. Para um jogador que quebra cordas com frequência ou que joga muito em quadras de saibro que desgastam mais o bumper, a facilidade e a rapidez da substituição são um benefício prático enorme. É um detalhe que prova o foco da Wilson na usabilidade de longo prazo. Eles pensaram no tenista que tem a raquete como uma extensão do braço, e precisa de manutenção rápida.
O Estilo: A Estética Moderna e Limpa da V3.
O design da V3 é um sucesso, na minha opinião. A raquete tem uma estética clean, com um acabamento fosco e cores discretas. A V3 tem aquele visual profissional e moderno, sem ser extravagante.
A Wilson manteve a identidade da Clash, mas deu um polimento. O design elegante é uma prova de que menos é mais. O tênis é um esporte de classe, e a Clash V3 reflete isso. Você pode ter certeza de que estará com uma raquete que, além de ser um trunfo em performance, também é visualmente impactante na quadra. O equipamento que você escolhe também reflete sua seriedade com o esporte, e a V3 transmite essa mensagem de forma clara e sofisticada.
Ajustes Finais no Equipamento: Cordas e Customização
Lembre-se, meu aluno: a raquete unstrung (sem corda) é só metade da história. A escolha da corda e a customização são o tempero final que vai fazer a Clash 100 V3 se encaixar perfeitamente na sua mão e no seu jogo.
Sugestões de Tensão e Tipo de Corda.
A Clash, por ser muito flexível, tende a se beneficiar de cordas de poliéster (poliester) que são um pouco mais firmes, pois elas ajudam a “domar” um pouco da potência natural da raquete e dão um feedback mais nítido, compensando o toque um pouco amortecido do frame. Sugiro um poliéster moderno, focado em spin, como o Luxilon Alu Power ou o Wilson Revolve.
A tensão ideal é algo muito pessoal, mas um bom ponto de partida é na faixa dos 48 a 54 libras. Começar com uma tensão mais baixa (por volta de 48-50 lbs) vai maximizar a potência e o conforto que a raquete já oferece. Se você sentir que a bola está voando demais ou que precisa de mais controle, suba a tensão. Se a sua preocupação é o braço, uma corda multifilamento (como o Wilson Sensation) ou um híbrido (poliéster nas mains e multifilamento nas crosses) vai ser a escolha perfeita, focando 100% no conforto.
Possibilidades de Customization (Adicionando Peso).
A Clash 100 V3 tem um peso sem corda de 300 gramas, o que a coloca na categoria de raquetes leves para intermediários avançados. Para muitos, ela é perfeita assim. Mas se você é um jogador avançado que bate muito pesado ou enfrenta adversários com pace extremo, você pode sentir falta de um pouco mais de massa e plow-through (a capacidade da raquete de “arar” a bola através do ar sem ser desviada).
É aqui que entra o customization com peso de chumbo (lead tape). Adicionar um pequeno peso (1 a 4 gramas) na cabeça da raquete, especialmente nas posições de 10 e 2 horas, vai aumentar a estabilidade e o peso de swing, resultando em mais plow-through e mais potência contra bolas pesadas, sem comprometer demais a manobrabilidade. É um ajuste fino, de elite, que pode ser o toque que faltava para ela se tornar a sua raquete definitiva.
A Importância do Grip e Overgrip na Sensação Final.
Por último, mas não menos importante: o grip. A sensação na sua mão é o seu ponto de contato com a raquete. A espessura do grip (L2, L3, L4, etc.) deve ser a que permite que você relaxe o pulso e use o snap no golpe.
Muitos jogadores substituem o grip original (synthetic grip) por um grip de couro (leather grip) para ter uma sensação mais direta e crisp, o que pode ajudar a compensar o feel mais amortecido da Clash. E o overgrip – o que a gente troca toda semana – deve ser o que melhor absorve sua transpiração e te dá confiança na pegada. Não economize no overgrip! É o seu último ponto de contato. Um bom grip e overgrip não só aumentam o conforto, mas também a sua confiança para golpear nos momentos de pressão.
📊 Quadro Comparativo: Clash V3 vs. Concorrentes de Peso
Para que você tenha um panorama completo, vamos colocar a Clash 100 V3 contra dois players de destaque no mercado.
| Característica | Wilson Clash 100 V3 (300g) | Babolat Pure Drive (300g) | Head Radical MP (300g) |
| Foco Principal | Conforto, Spin Acessível, Flexibilidade | Potência Explosiva, Spin Fácil | Controle, Sensação e Versatilidade |
| Índice de Rigidez (RA) | Extremamente Baixo (54) | Alto (70) | Médio (66) |
| Potência | Média-Alta (Fácil Acesso) | Alta (Explosiva) | Média |
| Spin | Alto (Gerado pela Flexão) | Alto (Padrão Aberto) | Médio-Alto |
| Conforto para o Braço | Excepcional | Médio (Pode ser rígida) | Bom |
| Nível de Jogador Ideal | Intermediário a Avançado (Todos os Estilos) | Intermediário a Avançado (Focados em Potência) | Intermediário a Avançado (All-Court) |
O Veredito Final – A Raquete do Tênis Moderno.
Chegamos ao final da nossa análise, meu aluno. A Wilson Clash 100 V3 é mais do que apenas uma raquete de tênis – ela é um manifesto tecnológico. A Wilson provou que é possível ter potência sem rigidez e estabilidade sem peso. Essa raquete é o sonho de consumo para o tenista moderno que busca conforto de braço sem sacrificar a performance.
Você vai conseguir soltar o braço com confiança no fundo, dominar a rede com agilidade e servir com spin e potência. Se você é um jogador que tem um swing médio a longo e está buscando aquela sensação de “conexão” com a bola, juntamente com o perdão de um sweet spot amplo e uma raquete que seja gentil com seu corpo, a Clash 100 V3 é a sua escolha.
Eu te dou o meu aval, campeão. Ela é um ace no quesito equilíbrio. Agora, pega a sua e vamos para a quadra.

Wallison Felipe Soares
Renato Fernandes, CRN9/ 22289, é um nutricionista apaixonado por transmitir conteúdo sobre saúde e nutrição para as pessoas.
Formado pelo grupo UNIEDUK, iniciou sua jornada como professor de tenis há mais de 20 anos.
ExperiênciaExperiência
Professor tênis – Professor tênis Professor tênis Instituto Próxima Geração. IPG · Tempo integral – Instituto Próxima Geração. IPG · Tempo integralmar de 2024 – o momento · 1 ano 2 meses De mar de 2024 até o momento · 1 ano 2 meses Monte Mor, São Paulo, Brasil · Presencial Monte Mor, São Paulo, Brasil · Presencial
Desenvolvimento de liderança e Tecnologias educacionais
Instrutor de tênis Instrutor de tênis Instrutor de tênis Secretaria de Esporte, Lazer e Juventude Louveira · Meio período Secretaria de Esporte, Lazer e Juventude Louveira · Meio período fev de 2017 – o momento · 8 anos 3 meses De fev de 2017 até o momento · 8 anos 3 meses Louveira, São Paulo, Brazil