Vamos falar sério sobre o seu jogo e como você entra em quadra. No tênis, existe uma velha máxima que diz “look good, play good”, ou seja, se você se sente bem com o que está vestindo e usando, você joga melhor. Isso não é futilidade. É psicologia esportiva pura aplicada ao equipamento. Como seu treinador, vejo muitas alunas chegando com equipamentos inadequados que, além de prejudicarem o estilo, matam a performance e aumentam o risco de lesão.
Você precisa entender que o equipamento de tênis feminino evoluiu muito além da sainha branca plissada. Hoje temos tecnologia de ponta em tecidos, raquetes projetadas para biomecânica específica e tênis que são verdadeiras máquinas de estabilidade. O conforto é o rei dentro da quadra, pois se algo estiver apertando, roçando ou pesando, sua mente sai do foco na bola e vai para o incômodo físico. E no tênis, perder o foco por um segundo é perder o ponto.
Neste guia, vamos mergulhar fundo no que realmente importa para você montar seu kit de batalha. Não vamos falar apenas de marcas, mas de conceitos que vão transformar sua experiência, desde o aquecimento até o aperto de mão na rede após a vitória. Prepare-se para elevar seu nível, começando pelo que você veste e empunha.
Equipamento de Tênis Feminino: Dicas de Estilo e Conforto no Court
A Raquete Certa é a Extensão do Seu Braço
A escolha da raquete é o primeiro passo para garantir que você não vai sair da quadra com dores no cotovelo ou no ombro. Vejo muitas jogadoras escolhendo raquetes apenas pela cor ou porque viram a tenista favorita na TV usando aquele modelo. Isso é um erro clássico. A raquete da profissional pesa muito mais e tem configurações que exigiriam um braço de aço para manusear durante duas horas de jogo amador.
Encontrando o peso e o balanço ideais para o seu swing
O peso da raquete define o quão rápido você consegue preparar o golpe. Se a raquete for muito pesada para você, seu “timing” vai atrasar. Você vai chegar sempre atrasada na bola, pegando ela fora do ponto ideal de contato. Isso gera vibração e falta de controle. Para a maioria das jogadoras de clube, uma raquete entre 260g e 285g (sem corda) é o ponto ideal. Isso permite gerar velocidade na cabeça da raquete sem cansar excessivamente o braço no terceiro set.
O balanço também é crucial. Raquetes com peso voltado para a cabeça ajudam a gerar potência se você tem um swing mais curto e lento. Já raquetes com peso voltado para o cabo oferecem mais controle e manuseabilidade, ideais para quem já tem uma técnica desenvolvida e gosta de subir à rede para volear. Você deve testar isso na prática. Pegue a raquete e sinta onde o peso está distribuído. Se parecer uma marreta difícil de mover, esqueça. Ela deve parecer uma extensão natural do seu braço.
Lembre-se de que o peso estático é diferente do “swingweight”, que é a sensação de peso em movimento. Às vezes, uma raquete leve com muito peso na ponta parece mais pesada durante o golpe do que uma raquete mais pesada com balanço no cabo. O segredo é o conforto durante a repetição. Se após 20 forehands seu ombro reclamar, o peso ou o balanço estão errados para sua musculatura atual.
A importância do tamanho do grip para evitar lesões e melhorar o conforto
O tamanho do cabo, ou grip, é frequentemente negligenciado, mas é a causa número um de “tennis elbow” (epicondilite lateral) em iniciantes e intermediárias. Se o grip for muito fino, você terá que apertar a raquete com muita força para ela não girar na sua mão quando a bola bater fora do centro. Essa tensão constante nos músculos do antebraço viaja direto para o cotovelo, causando inflamação ao longo do tempo.
Por outro lado, um grip muito grosso impede que você use a munheca corretamente. No saque, por exemplo, você precisa dessa flexibilidade do punho para fazer a “pronação” e gerar potência e efeito. Se o cabo for enorme, seu punho fica travado. A regra geral é segurar a raquete como se estivesse apertando a mão de alguém e verificar se cabe um dedo indicador entre a ponta dos dedos e a base do polegar.
Hoje em dia, é mais seguro comprar um cabo ligeiramente mais fino e engrossá-lo com um “overgrip” (aquela fita que colocamos por cima) do que comprar um cabo grosso demais. O overgrip adiciona conforto, absorção de suor e ajusta a espessura milimetricamente. Troque seu overgrip com frequência. Um grip escorregadio faz você tencionar o braço desnecessariamente, matando a fluidez do seu golpe.
Escolhendo o tamanho da cabeça da raquete para potência ou controle
A área encordoada da raquete, chamada de cabeça, funciona como uma cama elástica. Quanto maior a cabeça, maior o “sweet spot” (o ponto doce onde a batida é perfeita) e maior a potência gerada pela raquete sem esforço do jogador. Para quem está buscando conforto e facilidade, raquetes “oversize” (acima de 100 polegadas quadradas) são excelentes aliadas. Elas perdoam mais os erros quando você não acerta a bola exatamente no meio.
Entretanto, se você já tem um swing longo e rápido e gera sua própria potência, uma cabeça muito grande pode fazer a bola voar para o alambrado com frequência. Nesses casos, cabeças de tamanho 98 ou 100 polegadas oferecem mais controle direcional. É uma troca constante: mais conforto e potência versus mais precisão e controle.
Não tenha vergonha de usar uma raquete com cabeça maior se isso melhorar seu jogo. Muitas jogadoras profissionais usam cabeças de 100 polegadas. O objetivo é manter a bola em jogo e profunda na quadra adversária. Se uma raquete com cabeça 105 te ajuda a defender aquela bola difícil no fundo da quadra, ela é a ferramenta certa para você. O conforto de acertar uma bola limpa não tem preço.
Footwork de Elite Começa nos Pés
O tênis não é jogado com as mãos, é jogado com os pés. Se você não chegar na bola equilibrada, nem a melhor raquete do mundo vai salvar seu golpe. E para chegar bem, você precisa confiar nos seus tênis. Tênis de corrida (running) são proibidos na minha quadra. Eles são feitos para ir para frente, e no tênis nós nos movemos lateralmente 80% do tempo. Usar tênis de corrida é pedir para torcer o tornozelo.
A diferença crucial entre solados para saibro e quadra rápida
Você precisa saber onde vai pisar. Se você joga no saibro (terra batida), precisa de um solado com padrão “espinha de peixe” (zigue-zague profundo). Esse desenho permite que o saibro entre nas ranhuras para dar tração na arrancada, mas também permite que você deslize controladamente quando precisa frear. Se usar um tênis de quadra rápida no saibro, você vai patinar como se estivesse no gelo, sem controle nenhum dos seus movimentos.
Já na quadra rápida (lisonda ou cimento), o solado precisa ser mais resistente e ter um padrão diferente, geralmente misto, para aguentar a abrasão do piso. Se você usar um tênis específico de saibro numa quadra de cimento muito áspera, vai lixar a sola em poucas semanas e perder todo o seu investimento. Além disso, o tênis de quadra rápida costuma ter um pouco mais de amortecimento, pois o impacto nas articulações é muito maior nesse piso duro.
Existe também o solado “All Court”, que tenta ser um meio-termo. Ele funciona bem para quem joga em superfícies variadas ocasionalmente. Mas se você é sócia de um clube que só tem quadras de saibro, invista num tênis “Clay”. A diferença na confiança que você sente para correr atrás de uma bola curta é brutal. Você sabe que vai frear e o tênis vai responder.
Estabilidade lateral para evitar torções em trocas de direção bruscas
O movimento mais comum no tênis é a parada brusca lateral seguida de uma recuperação para o centro da quadra. Nesse momento, seu pé exerce uma força enorme contra a lateral do tênis. Um bom tênis de tênis possui reforços laterais rígidos (chamados de “shanks” ou garras laterais) que impedem que seu pé “vire” para fora. Isso é o que protege seus ligamentos do tornozelo.
Ao provar um tênis, faça um teste simples: tente dobrar o tênis ao meio segurando ponta e calcanhar. Um bom tênis de tênis deve ser rígido no meio (na região do arco do pé) e dobrar apenas na parte dos dedos. Se ele dobrar no meio como um chinelo, ele não vai te dar a estabilidade necessária. Essa rigidez estrutural é o que te dá a base sólida para bater na bola com força.
Sinta também como o calcanhar fica preso no tênis. O “colar” do calcanhar deve ser firme e acolchoado. Se o seu calcanhar ficar sambando dentro do tênis a cada passo, você vai ganhar bolhas terríveis e perder eficiência na arrancada. O tênis tem que abraçar seu pé como uma luva firme, passando segurança total para você mudar de direção sem medo.
Amortecimento e resposta para jogos de longa duração
Conforto no tênis também significa absorção de impacto. Uma partida pode durar duas horas, com centenas de saltos e aterrissagens. Se o sistema de amortecimento for ruim, seus joelhos e lombar vão pagar a conta no dia seguinte. As marcas usam géis, espumas especiais ou bolsas de ar. O importante é que você sinta que o impacto está sendo dissipado, especialmente na região do calcanhar e do metatarso (a parte da frente do pé).
Porém, amortecimento demais pode ser ruim se tirar a sensibilidade da quadra. Você precisa sentir o chão para reagir rápido. É o equilíbrio entre “conforto de nuvem” e “resposta rápida”. Tênis muito macios e altos tendem a ser instáveis. Procure modelos que ofereçam uma sensação de estar “perto do chão” (baixo perfil), mas com uma camada densa de proteção contra impacto.
Lembre-se também de amaciar o tênis. Nunca tire um tênis da caixa e vá direto para um torneio. Caminhe com ele em casa, faça um treino leve de paredão. O material precisa ceder um pouco para se moldar ao formato do seu pé. Um tênis duro e novo em uma partida intensa é receita garantida para dores nos pés e unhas roxas.
Vestuário que Respira e Funciona
Esqueça a ideia de que roupa de tênis é só moda. A roupa é equipamento. Ela precisa gerenciar seu suor, permitir amplitude total de movimento e, claro, fazer você se sentir poderosa. Quando você vai sacar, seu braço sobe acima da cabeça, suas costas arqueiam e suas pernas flexionam. Se a roupa prende qualquer um desses movimentos, seu saque perde eficácia.
Saias, vestidos ou shorts e a questão da mobilidade
A eterna dúvida: saia com shortinho por baixo, vestido ou apenas shorts? A saia com short interno (skort) é a preferida da maioria porque une o estilo feminino com a praticidade. O short interno deve ser justo o suficiente para não subir enquanto você corre, e ter um tecido que não asse suas coxas com o atrito. O vestido é super elegante e prático (uma peça só), mas verifique se ele permite a rotação do tronco sem repuxar.
Os shorts avulsos estão ganhando espaço, especialmente os modelos de compressão estilo ciclista, que oferecem suporte muscular e zero risco de “mostrar demais”. O importante é a liberdade nos quadris. No tênis, agachamos muito para pegar bolas baixas. Roupas com tecidos rígidos que prendem na cintura ou nas coxas vão limitar seu alcance de defesa.
Teste a roupa antes de jogar. Faça movimentos de saque no provador. Agache como se fosse esperar um saque. Se tiver que ficar ajeitando a roupa a cada movimento, ela não serve. No meio do ponto, você não pode estar preocupada se a saia rodou ou se a alça caiu. Sua roupa deve ser invisível na sua percepção durante o ponto.
Tecidos tecnológicos e o controle de temperatura
O algodão é inimigo do tenista. Ele encharca, pesa e gruda no corpo, além de demorar horas para secar. Você precisa de poliamida ou poliéster de alta tecnologia. Esses tecidos “wicking” (que puxam a umidade) transportam o suor da sua pele para a camada externa da roupa, onde ele evapora rápido. Isso mantém seu corpo seco e regula sua temperatura, evitando que você superaqueça em dias de sol forte.
Procure também por roupas com proteção UV. Passamos horas sob o sol. O tecido é a sua primeira barreira contra queimaduras e danos a longo prazo na pele. Muitas marcas de tênis já integram fator de proteção 50+ nas tramas dos tecidos. Isso é essencial para a saúde da sua pele e para seu conforto térmico.
A respirabilidade em áreas chave, como axilas e costas, também é vital. Mesh (tecidos furadinhos) nessas regiões ajuda a criar um fluxo de ar. Nada é pior do que a sensação de roupa colada nas costas num dia de 30 graus. O conforto térmico te ajuda a manter a energia para o terceiro set, quando sua adversária já estiver exausta pelo calor.
A funcionalidade dos bolsos e onde guardar a segunda bola
Aqui está um detalhe que separa amadoras de quem leva o jogo a sério: onde você coloca a segunda bola de saque? Você nunca deve segurar a segunda bola na mão que segura a raquete, e deixá-la no chão da quadra é perigoso (você pode pisar e torcer o pé). Você precisa de um lugar seguro e rápido para guardá-la.
As saias e shorts de tênis específicos possuem um sistema para isso. Geralmente é um bolso invertido no short interno, onde a bola entra por baixo e fica presa pela compressão do tecido, ou um bolso lateral profundo. A bola tem que ficar firme. Se ela cair no meio do ponto, você perde o ponto por interferência (regra de hindrance).
Teste isso na loja. Pegue uma bola de tênis e tente colocar no bolso do shortinho ou da saia. É fácil de colocar? É fácil de tirar rápido? Ela fica segura enquanto você pula? Se a roupa não tiver onde guardar a bola, ela serve para a academia, mas não serve para jogar uma partida de tênis de verdade. Praticidade é fundamental para o ritmo do seu saque, ao escolher uma raquete para mulheres
Acessórios que Fazem a Diferença no Match Point
Os acessórios no tênis não são enfeites. Eles resolvem problemas específicos que podem atrapalhar seu desempenho. O sol nos olhos, o suor escorrendo para a mão, o cabelo caindo no rosto. Pequenos incômodos que, somados, destroem sua concentração.
Visores e óculos para não perder a bola de vista no sol
Sacar contra o sol é um dos maiores desafios. Um bom visor é obrigatório. Diferente do boné fechado, o visor deixa o topo da cabeça livre para dissipar calor, o que é ótimo para quem tem muito cabelo. A aba deve ser curva e escura na parte de baixo para absorver o reflexo da quadra e do sol, melhorando o contraste da bola amarela.
Óculos de sol esportivos também são excelentes, mas precisam ser específicos para esporte. Eles devem ser leves, ter apoio nasal emborrachado para não escorregar com o suor e lentes que não distorçam a noção de profundidade. Lentes específicas para tênis costumam ressaltar o amarelo da bola e o vermelho do saibro ou azul da quadra rápida. Jogar enxergando bem é jogar melhor.
Não use seus óculos de passeio fashion. Eles vão cair no primeiro smash e podem quebrar, machucando seu rosto. A segurança dos seus olhos é prioridade, tanto contra os raios UV quanto contra uma eventual bolada errada.
Munhequeiras e bandanas para controle de umidade
Você já sentiu a raquete girar na mão porque o suor do braço escorreu para a palma? É frustrante. A munhequeira serve exatamente para isso: ela é uma barreira que impede o suor do braço de chegar à mão. Use munhequeiras largas e de tecido atoalhado com boa absorção. É um item barato que muda completamente a firmeza da sua empunhadura em dias quentes.
As bandanas ou faixas de cabeça têm a mesma função: impedir que o suor da testa caia nos olhos e arda. Nada quebra mais o foco do que ter que parar para secar os olhos no meio de um game importante. Além disso, elas seguram o cabelo rebelde que o rabo de cavalo não prendeu.
Tenha sempre munhequeiras extras na bolsa. Trocar uma munhequeira encharcada por uma seca no meio da partida dá uma sensação renovada de frescor e “grip” firme. É um pequeno ritual que ajuda a resetar a mente.
Antivibradores e overgrips
O antivibrador é aquela “borrachinha” que colocamos nas cordas perto do cabo. Ele não muda muito a estrutura da raquete, mas muda o som da batida. Ele tira aquele som de “ping” metálico e deixa o som mais seco e sólido. Para muitas jogadoras, esse som dá uma sensação maior de conforto e controle. É psicológico e auditivo, mas ajuda.
Já o overgrip, como mencionei antes, é a pele da sua raquete. Existem os “tacky” (pegajosos) e os “dry” (secos, parecidos com veludo). Se você sua muito nas mãos, o tipo “dry” (como o famoso Tourna Grip azul) é melhor, pois ele não escorrega mesmo molhado. Se você sua pouco e gosta de firmeza, os emborrachados pegajosos são ideais. Troque assim que começar a esfarelar ou perder a aderência.
O Jogo Mental e a Estética no Court
Tênis é um esporte solitário e mental. Você contra a adversária. Tudo o que puder te dar uma vantagem psicológica é válido. E isso inclui como você se vê no espelho antes de entrar em quadra.
A confiança do uniforme impecável
Quando você se veste como uma profissional, você tende a adotar uma postura mais profissional. Ombros para trás, cabeça erguida. Se você entra em quadra com uma camiseta velha e larga e um short de moletom, seu subconsciente lê aquilo como “treino desleixado”. Vista seu “uniforme de guerra”.
Isso cria uma âncora mental. No momento em que você coloca aquela saia específica e amarra aquele tênis, seu cérebro entende: “É hora de competir”. A roupa funciona como um gatilho para o estado de foco. Não subestime o poder de se sentir bonita e atlética ao mesmo tempo.
Cores e psicologia esportiva
As cores influenciam você e sua oponente. Vermelho e cores vibrantes transmitem agressividade, energia e dominância. São ótimas para dias em que você quer se impor. Azul e verde trazem calma e foco, excelentes para quando você precisa controlar os nervos. Preto é intimidador e sério.
Use isso a seu favor. Vai jogar contra aquela adversária que te deixa nervosa? Use uma cor que te acalme. Quer mostrar que hoje você não está para brincadeira? Vá de cores fortes e contrastantes. O tênis permite essa expressão de personalidade que poucos esportes permitem.
Adaptando o Estilo à Sua Personalidade de Jogo
Seu estilo deve refletir seu jogo. Se você é uma jogadora de fundo de quadra, que corre todas as bolas e luta até o fim, um visual mais atlético, com viseira e roupas aerodinâmicas combina com sua garra. Se você é uma jogadora clássica de toque, saque e voleio, talvez cortes mais tradicionais e elegantes reflitam essa técnica apurada.
O importante é que o equipamento não seja uma fantasia, mas uma expressão autêntica de quem você é na quadra. Quando seu visual está alinhado com sua atitude, você joga mais solta, mais feliz e, consequentemente, vence mais pontos.
Quadro Comparativo: O Melhor para Seus Pés
Para te ajudar a visualizar as opções de calçados, preparei uma comparação entre três dos modelos mais populares no circuito, focando em estabilidade e conforto.
| Característica | Asics Gel-Resolution 9 | Nike Court Zoom Vapor Cage 4 | Adidas Barricade |
| Foco Principal | Estabilidade Suprema e Travamento | Durabilidade e Deslize Controlado | Controle e Resistência |
| Conforto Inicial | Médio (precisa amaciar um pouco) | Alto (meia interna abraça o pé) | Rígido (exige período de adaptação) |
| Peso | Levemente pesado (foco em proteção) | Médio | Pesado (construção robusta) |
| Ideal para | Jogadoras de fundo que correm muito | Jogadoras agressivas que deslizam | Jogadoras que precisam de suporte de tornozelo |
| Durabilidade | Excelente (Sola AHAR) | Muito Boa (Borracha reforçada) | Lendária (Tanque de guerra) |
Se você busca proteção máxima contra torções, o Asics Gel-Resolution é o meu favorito para a maioria das alunas. Se você quer algo mais ágil e estiloso, o Nike pode ser a escolha. Se destrói tênis rápido demais, vá de Barricade.

Wallison Felipe Soares
Renato Fernandes, CRN9/ 22289, é um nutricionista apaixonado por transmitir conteúdo sobre saúde e nutrição para as pessoas.
Formado pelo grupo UNIEDUK, iniciou sua jornada como professor de tenis há mais de 20 anos.
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