Durabilidade vs. Leveza: O que priorizar na sua sapatilha de ténis?

Fala, meu craque! Que bom ver você aqui buscando entender mais sobre a sua principal ferramenta de trabalho dentro da quadra. Se a raquete é a extensão do seu braço, o tênis é a base de todo o seu jogo. Sem uma base sólida, aquele forehand que treinamos semana passada simplesmente não acontece. Hoje, vamos mergulhar em um dos debates mais antigos do vestiário: devo escolher um tênis que dure uma eternidade ou um que me faça voar em quadra?

A resposta curta seria “depende”, mas nós não estamos aqui para respostas curtas. Você precisa entender a engenharia por trás do que calça para tomar a decisão certa para o seu bolso e para o seu joelho. A escolha errada pode te deixar lento em uma bola decisiva ou te obrigar a comprar um par novo a cada dois meses. Vamos dissecar essa escolha ponto a ponto, como fazemos na análise de vídeo do seu saque.

Vou te guiar por essa jornada técnica sem usar “juridiquês” de engenheiro, mas com a profundidade que um jogador dedicado como você merece. Prepare-se para olhar para os seus pés de uma maneira totalmente nova na próxima vez que pisar na quadra.

O Grande Dilema: Entendendo a Troca Necessária

A Física por trás do calçado

Você precisa entender que, na construção de calçados esportivos, existe uma lei quase imutável da física. Para adicionar durabilidade, geralmente precisamos adicionar material. Borracha densa no solado para aguentar o atrito, couro sintético ou poliuretano (PU) no cabedal para segurar o pé nas trocas de direção e reforços plásticos no calcanhar para estabilidade. Tudo isso tem massa. Tudo isso pesa na balança. Quando você pede um tênis “indestrutível”, você está pedindo, inevitavelmente, um tênis mais pesado.

Por outro lado, para criar leveza, a indústria precisa remover ou substituir esses materiais densos. Trocamos o couro por malha (mesh) respirável, afinamos a borracha da sola e usamos espumas de entressola menos densas. O resultado é aquela sensação maravilhosa de não ter nada nos pés. No entanto, materiais mais finos e leves têm menos “carne” para ser desgastada pelo lixamento constante contra o piso duro. É uma balança de pratos: se um lado sobe, o outro desce.

Não se deixe enganar pelo marketing que promete “leveza extrema com durabilidade infinita”. Embora a tecnologia tenha avançado muito, como veremos mais à frente, a física ainda manda no jogo. Se você retira estrutura para ganhar velocidade, você expõe o calçado a um desgaste mais acelerado. Entender essa troca é o primeiro passo para alinhar sua expectativa com a realidade do produto que você vai tirar da caixa.

O mito do tênis perfeito

Muitos alunos chegam para mim na loja do clube procurando o “unicórnio”: o tênis que pesa 300 gramas, dura dois anos jogando em quadra dura e custa pouco. Eu preciso ser honesto com você: esse tênis não existe. O mercado se divide, grosso modo, em duas categorias principais: os calçados de “Estabilidade/Durabilidade” e os calçados de “Velocidade/Leveza”. Cada um serve a um propósito tático e físico diferente dentro do esporte.

Os modelos de estabilidade são como tanques de guerra. Eles são projetados para aguentar a “guerra” de três sets em uma quadra de cimento abrasivo. Eles protegem seus ligamentos de torções laterais agressivas e o solado demora muito para ficar careca. Já os modelos de velocidade são como carros de Fórmula 1. Eles sacrificam a proteção robusta e a vida útil longa em troca de frações de segundo a mais na sua chegada à bola. Eles te dão a sensação de agilidade pura.

Aceitar que você terá que abrir mão de um pouco de um lado para ganhar do outro é libertador. Se você prioriza chegar naquela deixadinha curta, talvez tenha que aceitar que a sola vai gastar mais rápido. Se você prioriza não gastar dinheiro com tênis a cada três meses, vai ter que aceitar carregar alguns gramas a mais em cada pé. Não existe escolha errada, existe escolha desalinhada com o seu objetivo atual.

Como seu estilo de jogo define a escolha

Olhe para o seu próprio jogo. Se você é um baseliner agressivo, aquele jogador que fica no fundo da quadra trocando bolas pesadas e correndo de um lado para o outro o tempo todo, a durabilidade é crucial para você. O atrito lateral que você gera ao frear bruscamente para bater um backhand na corrida é imenso. Um tênis leve e minimalista pode não oferecer a estrutura necessária para segurar seu pé, e o solado vai desaparecer em semanas.

Agora, pense no jogador de saque e voleio ou naquele que joga atacando dentro da quadra, subindo à rede constantemente. Esse jogador precisa de explosão para frente. O movimento dele é linear e rápido. Para esse perfil, cada grama a mais é um peso morto que atrasa a chegada na rede para fechar o voleio. Nesse caso, a leveza é uma vantagem tática que supera a necessidade de durabilidade extrema, já que ele não “lixa” tanto o tênis lateralmente quanto o fundista.

Além disso, considere como você se move. Você desliza em quadra dura (hard court)? Se você é do tipo que desliza como o Djokovic ou o Alcaraz, você precisa de reforços específicos nas laterais e na biqueira do tênis. Tênis ultraleves geralmente não possuem essas proteções extras (chamadas de toe guards ou medial drags). Usar um tênis de corrida ou um modelo de entrada leve para esse estilo de jogo é pedir para furar o tecido na primeira semana.

Quando Priorizar a Durabilidade (O “Tanque de Guerra”)

A superfície da quadra dita as regras

Se você joga predominantemente em quadras rápidas (lisonda, cimento, asfalto), a superfície funciona como uma lixa grossa e impiedosa. Cada vez que você freia ou muda de direção, a quadra está ativamente tentando “comer” a borracha do seu solado. Nessas condições, a durabilidade não é um luxo, é uma necessidade econômica e de segurança. A borracha precisa ser de um composto de alta abrasão para resistir.

Em quadras de saibro (terra batida), a dinâmica muda. O saibro é muito menos agressivo com a sola do tênis. O desgaste acontece, claro, mas de forma muito mais lenta. No saibro, a prioridade muda para a tração (o desenho espinha de peixe da sola) e a vedação do cabedal para não entrar terra. Portanto, se o seu clube é 100% saibro, você pode se dar ao luxo de usar um tênis menos robusto em termos de sola, focando mais no conforto.

Entretanto, a maioria dos tenistas amadores joga em superfícies mistas ou predominantemente duras, pela facilidade de manutenção das academias. Se este é o seu caso, priorizar calçados rotulados com tecnologias de durabilidade (geralmente com nomes como “Endurance Rubber”, “AHAR”, “Adiwear”) é vital. Ignorar o piso onde você pisa é o erro número um na compra de equipamento.

O fator “Arrastador”

Vamos falar de um vício técnico que muitos têm e nem percebem: o arrasto do pé. Quando você saca ou bate um forehand, observe o pé de trás. Você levanta ele limpo ou você arrasta a ponta (o dedão) no chão? Se você arrasta, você é um “toe dragger”. Esse hábito cria um ponto de desgaste focalizado que pode furar um tênis novo em questão de dias, mesmo que a sola esteja intacta.

Para quem tem essa característica, a durabilidade do cabedal (a parte de cima) é mais importante que a da sola. Tênis focados em durabilidade costumam vir com reforços grossos na região dos dedos e na parte interna do pé. Tênis focados em leveza geralmente usam mesh (tecido furadinho) exposto nessa área para economizar peso. Se você arrasta o pé e compra um tênis de mesh puro, vai jogar dinheiro fora.

Verifique sempre se o modelo possui proteção extra na biqueira. Alguns modelos oferecem até garantia de 6 meses para a sola, o que é um indicativo forte de que a marca confia na resistência do material. Se você se identifica como um destruidor de tênis, procure essas garantias. É o sinal verde que você precisa para saber que aquele modelo foi feito para aguentar o tranco do seu jogo.

Economia a longo prazo vs. Performance imediata

Priorizar a durabilidade é, muitas vezes, uma decisão financeira inteligente. Um tênis de alta durabilidade pode custar um pouco mais caro na etiqueta inicial devido aos materiais técnicos e reforçados, mas se ele durar o dobro do tempo de um tênis leve de entrada, o custo por uso cai pela metade. Para quem treina 3 ou 4 vezes por semana, isso faz uma diferença enorme no orçamento anual do esporte.

Além da economia, existe a consistência. Quando um tênis começa a perder a estrutura ou a sola fica irregular, seu jogo sofre. Você perde a confiança para frear bruscamente, com medo de escorregar ou virar o pé. Um tênis robusto mantém suas características de performance por mais tempo. Você terá o mesmo nível de tração e suporte no mês 4 que tinha no mês 1.

Por outro lado, você sacrifica a sensação de liberdade. Nos primeiros dias, um tênis durável pode parecer rígido, duro e pesado. Ele exige um período de “amaciamento” (break-in). Você precisa ter paciência nas primeiras horas de quadra. Mas, passado esse período, ele se torna uma ferramenta confiável que não vai te deixar na mão no meio de um set decisivo por causa de um rasgo inesperado.

Quando Priorizar a Leveza (A “Ferrari”)

A vantagem da velocidade e explosão

Imagine que você está no meio de um tie-break. Seu oponente joga uma bola angulada e você precisa correr. A diferença entre chegar na bola a tempo de fazer um winner ou chegar atrasado e levantar a bola para ele matar o ponto pode ser de milissegundos. É aqui que o tênis leve brilha. Com menos peso nos pés, sua cadência de passadas aumenta e sua saída da inércia é mais rápida.

Tênis leves são construídos com materiais sintéticos finos e espumas reativas que te impulsionam. Eles facilitam o footwork (trabalho de pés) rápido, aqueles passinhos de ajuste que fazemos antes de bater na bola. Se você sente que seus pés estão “presos” no chão ou que você está sempre chegando um pouco atrasado na batida, mudar para um calçado focado em velocidade pode trazer uma melhora imediata na sua cobertura de quadra.

Essa vantagem é puramente física e mental. Sentir-se leve dá confiança para tentar buscar bolas que antes pareciam impossíveis. Para jogadores competitivos que baseiam seu jogo em contra-ataques rápidos e agilidade felina, a leveza não é apenas conforto, é uma arma tática essencial para impor seu ritmo de jogo sobre o adversário.

Menor fadiga em partidas longas

Tênis é um esporte de resistência. Em uma partida de três sets, você corre, freia e salta centenas de vezes. Carregar 50 ou 80 gramas a mais em cada pé pode não parecer muito no primeiro game, mas multiplique isso por 2.000 passos. O efeito cumulativo do peso extra gera maior fadiga muscular nas panturrilhas e nos tibiais.

Calçados leves ajudam a preservar sua energia para os momentos finais da partida. Quando suas pernas estão frescas, sua técnica se mantém limpa. Quando o cansaço bate, você para de flexionar os joelhos e começa a errar bolas bobas na rede. Priorizar a leveza é uma estratégia para manter o “tanque de gasolina” cheio por mais tempo, permitindo que você mantenha a intensidade alta até o último ponto.

Isso é especialmente verdade para jogadores mais velhos ou para aqueles que têm histórico de problemas articulares que não exigem tanto suporte estrutural, mas sim menos carga de impacto. Mover menos massa significa menos estresse mecânico a cada passo dado. É uma forma de cuidar do corpo pensando na longevidade dentro da partida e do torneio.

A conexão sensorial com a quadra

Os tênis de categoria “Velocidade” geralmente oferecem uma característica chamada low-to-ground feel (sensação de estar próximo ao chão). Como a entressola é mais fina para economizar peso, seu pé fica mais perto do piso. Isso aumenta drasticamente a propriocepção — a capacidade do seu cérebro saber onde seu corpo está no espaço.

Ter essa conexão direta com a quadra permite que você reaja mais rápido a mudanças de direção e sinta melhor a aderência do piso. Você se sente mais plantado e ágil, ao contrário de alguns tênis de durabilidade máxima que, por terem solados grossos e muito amortecimento, podem dar a sensação de que você está jogando em cima de plataformas, desconectado do solo.

Para jogadores técnicos que gostam de sentir cada nuance do movimento, essa sensibilidade é insubstituível. É a diferença entre dirigir um caminhão robusto e um kart ágil. O kart te deixa sentir a pista. Se você valoriza essa resposta tátil e rápida, a leveza e o perfil baixo devem estar no topo da sua lista de prioridades.

Tecnologias que Tentam Unir os Dois Mundos

Novos materiais compostos

A boa notícia é que a tecnologia não parou no tempo. As grandes marcas sabem desse dilema e investem milhões para criar materiais que sejam leves e fortes. Uma das maiores inovações é o uso de malhas (mesh) reforçadas com TPU (Poliuretano Termoplástico). Imagine uma teia de aranha de plástico fundida sobre o tecido respirável. Isso cria uma “gaiola” de proteção sem adicionar o peso de uma camada inteira de couro sintético.

Esses materiais compósitos conseguem resistir à abrasão das quadras duras muito melhor do que o tecido comum, mantendo a ventilação e a flexibilidade. Hoje, você vê tênis que pesam 350g oferecendo uma durabilidade que, há 10 anos, só era encontrada em tênis de 450g. Estamos chegando mais perto do equilíbrio ideal.

Outra inovação é o uso de fibras ultra-resistentes, como Kevlar ou fios de alta tenacidade, entrelaçados no cabedal. Isso impede que o tênis se deforme em freadas bruscas (mantendo a estabilidade) sem precisar de paredes grossas de plástico rígido. É a engenharia de materiais trabalhando a favor do seu desempenho.

O design inteligente da sola

Antigamente, para fazer uma sola durável, a fabricante colocava uma placa grossa de borracha cobrindo todo o fundo do tênis. Hoje, usamos o design generativo e dados de computador para mapear exatamente onde os tenistas gastam o solado. Descobrimos que certas áreas do arco do pé quase nunca tocam o chão com força abrasiva.

Com isso, as marcas começaram a remover a borracha dessas áreas de baixo desgaste, deixando o solado “vazado” ou segmentado. Isso reduz o peso drasticamente sem comprometer a durabilidade nas zonas críticas (calcanhar e dedão). Você tem borracha grossa onde precisa e nada onde não precisa.

Além disso, os padrões de ranhuras mudaram. Em vez de um padrão uniforme, vemos desenhos complexos que variam em profundidade e largura. Ranhuras mais profundas nas áreas de alto desgaste garantem que a tração dure mais tempo, enquanto ranhuras mais rasas em outras áreas permitem melhor flexibilidade para a passada rápida.

Amortecimento leve e reativo

O amortecimento costumava ser o vilão do peso. As espumas EVA antigas precisavam ser volumosas para serem confortáveis. Agora, com a introdução de espumas supercríticas (injetadas com nitrogênio) e compostos baseados em Pebax, temos amortecimento que é incrivelmente leve e devolve energia.

Essas novas espumas não “morrem” (achatam) tão rápido quanto as antigas. Isso significa que a entressola mantém suas propriedades de proteção por mais tempo, aumentando a durabilidade funcional do tênis, mesmo sendo leve. Você não precisa mais escolher entre terminar o jogo com dor no joelho ou carregar tijolos nos pés, ao escolher sapatos de mulher para jogar tenis

Essa evolução permite que tênis de categoria “Velocidade” agora ofereçam um conforto aceitável para partidas longas, algo que era impensável no passado. Embora ainda não tenham a robustez de um tanque, eles não são mais as sapatilhas de papelão que costumavam ser.

O Veredito do Treinador: Como Testar e Decidir

O teste de torção e flexibilidade na loja

Quando você for à loja experimentar, não coloque o tênis apenas no pé e olhe no espelho. Pegue o tênis na mão. Segure o calcanhar com uma mão e a biqueira com a outra. Tente torcer o tênis como se estivesse torcendo um pano de chão. Se ele torcer com muita facilidade, é um tênis focado em leveza e liberdade, mas com baixa estabilidade (cuidado se você tem tornozelo fraco!). Se ele for rígido e difícil de torcer, é focado em estabilidade e durabilidade.

Outro teste é dobrar a ponta do tênis para cima. O ponto de flexão deve ser onde seus dedos dobram (metatarsos). Se o tênis dobrar no meio do arco do pé, fuja! Isso não oferece suporte nenhum e pode causar fascite plantar. Um bom tênis de tênis, seja leve ou durável, precisa ter estrutura no meio do pé (chamada de shank).

Caminhe pela loja e simule movimentos laterais. O tênis segura seu pé ou você sente que está deslizando dentro dele? A durabilidade não é só externa; o forro interno precisa segurar seu pé no lugar por meses. Se já parecer frouxo na loja, vai ficar inutilizável em duas semanas de jogo intenso.

Analisando o desgaste do seu tênis antigo

Seu melhor conselheiro é o seu par de tênis velho. Pegue-os agora e olhe a sola. Onde está gasto? Se o desgaste for uniforme no calcanhar e na planta do pé, você tem uma pisada neutra e eficiente. Se a parte interna da biqueira estiver destruída, você é um toe dragger e precisa priorizar durabilidade reforçada nessa área, esqueça os modelos ultraleves.

Se a lateral externa do tênis estiver deformada ou rasgada, significa que você força muito as paredes do calçado em movimentos laterais. Nesse caso, você precisa de um tênis de categoria “Estabilidade”, com gaiolas laterais rígidas. Usar um tênis leve de malha para esse tipo de desgaste é pedir uma lesão, pois o tecido não vai segurar seu pé na próxima freada brusca.

Use essa “autópsia” do calçado antigo para guiar sua próxima compra. Não compre o tênis que o tenista famoso usa na TV só porque é bonito. O Roger Federer tem um footwork de bailarino e troca de tênis a cada set; você provavelmente não tem esse luxo. Compre para a realidade do seu desgaste.

A rotação de calçados

Uma dica de ouro que dou para meus alunos que jogam competitivamente é ter dois pares diferentes. Tenha um par de “batalha”, mais pesado, robusto e durável para os treinos diários e drills repetitivos. Esses tênis vão aguentar o volume de horas em quadra.

E tenha um segundo par, mais leve, focado em velocidade, exclusivamente para dias de jogos e torneios. Como você usa menos, a durabilidade menor não será um problema tão cedo, e você terá a vantagem psicológica e física de se sentir mais rápido no dia que realmente importa. É como o jogador de beisebol que treina com um bastão pesado para, na hora do jogo, sentir o bastão normal leve como uma pena.

Essa rotação prolonga a vida útil de ambos os pares e garante que você tenha sempre a ferramenta certa para o momento certo. É um investimento inicial maior, mas que se paga ao longo do ano evitando compras frequentes de emergência.


Comparativo: Qual escolher?

Para facilitar sua vida, preparei este quadro comparando um modelo focado puramente em Durabilidade, um focado em Velocidade (Leveza) e um modelo Híbrido (All-Around) que tenta equilibrar os dois.

CaracterísticaTênis de Estabilidade (Tanque)Tênis de Velocidade (Ferrari)Tênis Híbrido (Equilibrado)
Peso Médio (Tam. 40)400g – 450g300g – 340g350g – 380g
Durabilidade da SolaAltíssima (Muitos oferecem garantia de 6 meses).Baixa a Média (Foca em borracha macia para grip).Boa (Reforçada em pontos críticos).
Material do CabedalPU, Couro Sintético, Gaiolas Plásticas.Mesh (Malha) fina, tecidos sintéticos.Mesh com reforços de TPU/Borracha.
Sensação em QuadraSeguro, plantado, rígido, protegido.Ágil, flexível, próximo ao chão, rápido.Mistura de suporte com boa mobilidade.
Ideal para:Jogadores de fundo, agressivos, que gastam muito tênis.Sacadores e voleadores, jogadores leves, dias de jogo.A maioria dos jogadores de clube e amadores.
Ponto FracoPode parecer pesado e quente no verão.Desgasta rápido e oferece menos proteção lateral.Não é o melhor em nada, mas bom em tudo.

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