As 5 Melhores Raquetes para Jogadores Intermediários
E aí, tudo certo? Vamos bater um papo sério sobre o seu equipamento. Você chegou naquele ponto do jogo, o nível intermediário, que é o mais difícil de sair. Você já não é mais um iniciante que erra tudo, mas sente que empacou. Você acerta os golpes, tem uma base, mas para evoluir, para começar a ganhar mais jogos e sentir o “peso” da sua bola aumentar, você precisa de uma ferramenta que acompanhe sua evolução. A raquete que você usou para aprender já não serve mais; ela está segurando o seu jogo.
Seu braço já está treinado, seu swing (o movimento do golpe) está mais longo e rápido. Agora, você não precisa mais daquela raquete leve que faz a bola andar sozinha. Você precisa de algo que lhe dê uma mistura de potência, controle e spin, sem quebrar o seu braço. Vamos analisar as 5 melhores ferramentas no mercado que vão ajudar você a dar esse salto.
O que Define um Jogador Intermediário?
Antes de tudo, vamos alinhar o que é ser “intermediário”. No tênis, esse é o jogador que já domina os golpes básicos. Você consegue trocar bolas do fundo da quadra com consistência, seu saque já entra com alguma regularidade (e você talvez até tente um segundo serviço com efeito), e você já se arrisca nos voleios. Você entende a tática do jogo, mas ainda comete erros não forçados quando tenta aumentar a potência ou mudar a direção da bola.
Esse é o famoso “plateau”. Você parou de evoluir na velocidade de antes. O motivo é simples: o equipamento de iniciante, geralmente leve (abaixo de 280g) e com a cabeça grande (acima de 105 polegadas), foi feito para gerar potência fácil com um swing curto. Agora que seu swing é completo e rápido, essa raquete leve vibra demais, falta estabilidade e parece um “trampolim” sem controle. Você tenta bater mais forte e a bola vai para a lona.
Você precisa de uma raquete que ofereça mais massa (peso) para estabilidade, mas que não seja tão pesada a ponto de cansar seu braço ou atrasar seu swing. Você precisa de um padrão de cordas que ajude a gerar spin (o efeito que faz a bola cair dentro da quadra) e de um equilíbrio que permita manusear a raquete na rede. Você saiu da fase de apenas “passar a bola” e entrou na fase de “construir o ponto”.
O “DNA” da Raquete Intermediária: O que Você Precisa Entender
Quando você olha a especificação de uma raquete, parece uma sopa de letrinhas. Mas, para você, que é intermediário, precisamos focar em três pilares. Se você entender isso, você nunca mais vai comprar uma raquete errada.
Peso e Equilíbrio: Onde está a estabilidade?
Para o seu nível, o peso ideal (sem corda) fica entre 285g e 305g. Raquetes abaixo disso (260g, 270g) são leves demais; elas vão vibrar muito quando você enfrentar um adversário que bate pesado, e seu braço vai sentir. Raquetes acima de 310g (como as que os profissionais realmente usam) são para jogadores avançados que têm uma preparação física impecável e uma técnica refinada. Usar uma raquete pesada demais antes da hora é a receita certa para uma lesão no cotovelo (o famoso tennis elbow).
O peso precisa estar no lugar certo. Isso é o “equilíbrio”. Raquetes podem ter o peso na cabeça (Head Heavy – HH), no cabo (Head Light – HL) ou distribuído (Even). Para iniciantes, usa-se HH para gerar potência fácil. Para você, intermediário, o ideal é um equilíbrio levemente voltado para o cabo (HL) ou equilibrado. Isso torna a raquete mais “manuseável”. Você consegue reagir rápido no voleio e acelerar a cabeça da raquete no saque e no forehand, gerando mais spin.
Dentro dessa faixa de 285g-305g, você encontrará o ponto ideal. Se você é um jogador que prefere controle e velocidade de swing, fique perto dos 290g. Se você já tem um golpe sólido e quer mais “massa” para a bola andar mais (o “peso da bola”), olhe para as de 300g. É uma diferença sutil no papel, mas enorme na quadra.
Tamanho da Cabeça e Sweet Spot: Mais perdão, menos frustração
O tamanho da cabeça da raquete é medido em polegadas quadradas (sq. in.). Para o nível intermediário, o ponto ideal é 100 polegadas quadradas. Esse é o padrão da indústria moderna. Raquetes com cabeça 98 ou 95 são para jogadores avançados que precisam de controle cirúrgico e têm uma técnica perfeita para acertar o “sweet spot” (o ponto doce, o centro da raquete) toda vez.
Raquetes com cabeça muito grande (105, 110) são para iniciantes. Elas têm um sweet spot gigante e geram muita potência, mas falta controle direcional. A cabeça de 100 polegadas oferece o melhor dos dois mundos: tem um sweet spot generoso (o que chamamos de “perdão”, pois mesmo se você pegar um pouco fora do centro, a bola ainda vai bem) e oferece um ótimo controle para você colocar a bola onde quiser.
A tecnologia moderna, especialmente em marcas como a Yonex com seu formato “isométrico” (mais quadrado), aumentou ainda mais o sweet spot das raquetes de 100 polegadas. Isso significa que você ganha confiança para acelerar o golpe. Você sabe que não precisa acertar perfeitamente no centro toda vez para a bola sair boa, permitindo que você jogue mais solto e agressivo.
Trama das Cordas e Rigidez: Controlando o spin e o conforto
A trama (ou padrão) das cordas define quanta “mordida” você dá na bola. O padrão mais comum e ideal para você é o 16×19 (16 cordas na vertical, 19 na horizontal). Esse padrão é mais aberto, o que permite que as cordas se movam mais no impacto e “agarrem” a bola, jogando-a para cima com muito spin. Se você quer bater aquele forehand com topspin que faz o adversário correr para trás, é desse padrão que você precisa.
Existem padrões mais fechados, como o 18×20. Esse padrão oferece mais controle, uma sensação mais “seca” e é ótimo para quem bate mais reto (flat) ou com slice. Contudo, ele gera menos spin e potência. Para o jogo moderno, que é baseado em spin e potência do fundo da quadra, o 16×19 é a escolha mais inteligente para o intermediário.
Por fim, a rigidez (medida em “RA”). Quanto mais alto o RA (acima de 70), mais rígida a raquete. Raquetes rígidas geram mais potência (a bola “explode” nelas), mas transferem mais vibração para o braço. Quanto mais baixo o RA (abaixo de 65), mais flexível a raquete. Elas são mais confortáveis, oferecem mais controle e “sentido” da bola, mas exigem que você gere mais potência com seu próprio braço. Você deve procurar algo no meio-termo, entre 64 e 69 RA, para ter o equilíbrio ideal entre potência e conforto.
O Top 5: As Melhores Armas para Sair do “Plateau”
Agora que você entende a teoria, vamos à prática. Selecionei cinco modelos que dominam o mercado intermediário. Cada uma tem uma personalidade diferente. Veja qual se encaixa no seu jogo.
1. Babolat Pure Drive 2025: A Potência Moderna e Versátil
Se existe uma raquete que define o jogo moderno, é a Pure Drive. Ela é a escolha de muitos profissionais (embora customizada) e é, talvez, a raquete mais popular do mundo em clubes de tênis. A versão de 300g com cabeça 100 é a definição de uma raquete intermediária/avançada. Ela oferece uma quantidade absurda de potência fácil. Se você quer que seu saque e seu forehand comecem a “andar” mais, essa é a ferramenta.
O que a torna tão boa para intermediários é que ela é muito fácil de usar. Você não precisa fazer força para a bola ir fundo. O padrão 16×19 gera muito spin, e sua rigidez (geralmente em torno de 69-70 RA) faz dela uma plataforma estável. Se você é um jogador de fundo de quadra que gosta de ditar os pontos com potência, é difícil errar com a Pure Drive.

O único cuidado é que, por ser rígida, ela pode ser desconfortável para quem tem histórico de lesões no braço. Se esse é o seu caso, talvez a próxima da lista seja melhor. Mas se seu braço está saudável e você quer “peso” na bola, esta é a sua arma. Ela transforma golpes defensivos em ataques.
Quadro Comparativo: A Batalha da Potência
A Pure Drive não está sozinha no universo da “potência fácil”. Veja como ela se compara a duas concorrentes diretas que você também pode considerar.
Característica Babolat Pure Drive 2025 Wilson Ultra 100 v4 Head Extreme MP Personalidade Potência explosiva e versátil. Potência mais suave e estável. Potência focada em Spin extremo. Peso (Sem Corda) 300g 300g 300g Cabeça 100 sq. in. 100 sq. in. 100 sq. in. Rigidez (RA) Alta (aprox. 69-70) Média-Alta (aprox. 68) Média-Alta (aprox. 68) Ideal para O jogador que quer potência fácil em todos os golpes. O jogador que busca potência sem tanta vibração, mais conforto. O jogador que baseia 100% do jogo no topspin agressivo.

2. Yonex Ezone 100: O Conforto que Gera Potência
A Yonex vem fazendo um trabalho incrível. A linha Ezone 100 é a resposta direta à Pure Drive, mas com uma filosofia diferente: conforto. A grande vantagem da Yonex é o formato da cabeça “Isometric”. Ela não é oval, é mais quadrada. Isso faz com que o sweet spot seja, na prática, muito maior do que o de qualquer concorrente. Você sente que a raquete perdoa muito mais aqueles golpes pegos na ponta ou mais perto do aro.

Ela é conhecida como a raquete de “potência confortável”. Ela tem uma rigidez um pouco menor que a Pure Drive (geralmente 67-68 RA) e tecnologias de absorção de vibração no cabo (VDM – Vibration Dampening Mesh) que fazem uma diferença real. Você bate forte, a bola anda, mas seu braço não sente aquele “tranco” seco.
Eu recomendo muito a Ezone 100 para jogadores intermediários que querem a potência da Pure Drive, mas têm medo do desconforto. Ela é espetacular nos saques e nos golpes de fundo, e a estabilidade dela é fantástica. É uma raquete que dá muita confiança para você soltar o braço sem medo de errar ou de se machucar.

3. Head Speed MP: A Escolha da Precisão e Sensibilidade
Se você assiste tênis, você vê o Sinner e o Djokovic usando a Head Speed. A versão MP (Midplus) de 300g é a versão “para meros mortais” dessa raquete, e ela é perfeita para o intermediário que está virando avançado. Diferente da Pure Drive e da Ezone, o foco aqui não é a potência fácil. O foco é a “sensibilidade” e a “conexão” com a bola.

A Speed MP é uma raquete que recompensa a boa técnica. Ela é mais flexível (RA mais baixo, perto de 64-65) e tem um equilíbrio mais voltado para o cabo. O resultado é que ela é extremamente rápida de manusear. Você sente que consegue acelerar a mão muito rápido na rede para os voleios e no forehand para gerar spin. Ela não vai te dar potência de graça; você precisa gerar seu próprio swing.
Recomendo a Speed MP para o jogador intermediário que já tem um swing completo e rápido, e que agora está buscando mais controle direcional. Se você sente que com as raquetes de potência a bola está “flutuando” demais, a Speed vai te dar o controle para pintar as linhas. Ela é uma raquete que cresce com você até o nível avançado.

4. Wilson Clash 100 v2: A Revolução do Conforto e Flexibilidade
A Wilson Clash 100 é uma raquete diferente de tudo no mercado. Quando ela foi lançada, ela mudou o jogo. A engenharia dela é focada em uma coisa: flexibilidade. Ela tem o índice de rigidez (RA) mais baixo de todas as raquetes de performance, girando em torno de 55-57. Isso é incrivelmente macio. Ela literalmente “dobra” no impacto para segurar a bola por mais tempo.

Para o jogador intermediário, isso significa duas coisas: conforto e controle. Se você tem ou teve tennis elbow, pare tudo e teste essa raquete. A absorção de choque dela é absoluta. Mas o mais interessante é como ela gera potência: por ser tão flexível, ela cria um efeito “estilingue”. A bola fica mais tempo nas cordas e depois é disparada com muito controle e spin.
O “feeling” dela é único. Alguns jogadores amam, outros odeiam, pois é uma sensação mais “borrachenta” (muted). Mas para o intermediário que busca conforto acima de tudo, sem sacrificar a performance, a Clash 100 (na versão de 295g) é uma bênção. Ela permite que você jogue por horas sem dor e oferece um controle de bola fenomenal.

5. Babolat Pure Aero 2023: A Máquina de Spin
Se a Pure Drive é a raquete da potência, a Pure Aero é a raquete do spin. Famosa por ser a arma de Rafael Nadal (e agora de Carlos Alcaraz), esta raquete foi desenhada com um único propósito: fazer a bola girar. O aro dela é aerodinâmico (por isso “Aero”), feito para cortar o ar com o mínimo de resistência, permitindo uma velocidade de swing absurda.

O padrão de cordas 16×19 e os grommets (os buracos por onde passam as cordas) são otimizados para maximizar o movimento das cordas e “morder” a bola. Se o seu jogo é baseado em forehands de topspin, com aquela empunhadura mais western (semi-western ou western), esta raquete vai transformar seu golpe. A bola não apenas vai rápida, ela vai pesada, quicando alto e tirando seu adversário da quadra.
Ela tem 300g e uma rigidez considerável (perto de 68 RA), então ela também oferece muita potência e estabilidade. É uma raquete exigente; ela pede que você acelere o braço em todos os golpes. Mas se você é um jogador agressivo que gosta de construir o ponto com spin, nenhuma outra raquete faz o que a Pure Aero faz.

Ajuste Fino: Maximizando sua Nova Raquete
Ótimo, você escolheu a raquete. Mas o trabalho não acabou. Uma raquete de performance é como um carro de corrida: ela só funciona direito com os pneus (cordas) e a calibragem (tensão) corretos.
A Corda Certa: O motor da sua raquete
Você, como intermediário, deve ter muito cuidado aqui. Muitos jogadores veem os profissionais usando cordas de poliéster (as “poly”) e copiam. Não faça isso ainda. Cordas de poliéster são duras, feitas para jogadores avançados que precisam de controle e quebram cordas toda semana. Elas morrem rápido (perdem a tensão) e são péssimas para o braço de quem está em desenvolvimento.
Para o seu nível, o ideal é começar com uma corda Multifilamento. Elas são macias, confortáveis e oferecem muita potência (são elásticas). Elas simulam a sensação da tripa natural e são excelentes para proteger seu braço enquanto você se acostuma com o peso da nova raquete. Você vai sentir a bola “entrar” na raquete.
Se você já bate forte e está quebrando o multifilamento muito rápido, o próximo passo é um Híbrido. Você coloca uma corda de poliéster (para controle e spin) nas verticais e um multifilamento (para conforto e potência) nas horizontais. É o melhor dos dois mundos e a configuração que muitos intermediários/avançados usam.
Tensão: Encontrando o balanço entre potência e controle
A tensão (medida em libras ou “lbs”) é a calibragem. É uma regra simples: tensão mais baixa (ex: 48 lbs) = mais potência, mais conforto e menos controle (efeito “trampolim”). Tensão mais alta (ex: 55 lbs) = menos potência, menos conforto e mais controle (a bola fica menos tempo na raquete).
Para um intermediário com uma raquete de 100 polegadas e uma corda multifilamento ou híbrida, um bom ponto de partida é 52 libras. É o meio-termo. Se você sentir que precisa de mais controle, suba para 54. Se sentir que a bola não está andando e seu braço está doendo, baixe para 50.
Nunca troque a tensão e o tipo de corda ao mesmo tempo. Mude uma variável de cada vez. Encordoe sua raquete regularmente. Corda não precisa quebrar para “morrer”. Se você joga 3 vezes por semana, você deveria encordoar pelo menos a cada 3 meses. A corda perde a elasticidade e suas propriedades, e a culpa da bola não entrar vai ser sua, não da raquete.
Grips e Overgrips: A importância da pegada correta
Isso é tão importante e tão ignorado. O tamanho da sua empunhadura (o “grip”) precisa ser o correto. Os tamanhos mais comuns são L2, L3 e L4. Se você comprar um grip pequeno demais, você vai apertar a mão com muita força, causando tensão no antebraço (olá, tennis elbow). Se for grande demais, você perde sensibilidade e velocidade de manuseio.
Para saber seu tamanho, segure a raquete. Deve haver um espaço de cerca de um dedo indicador entre a palma da sua mão (a parte “gordinha” do polegar) e a ponta dos seus outros dedos. Na dúvida, compre um tamanho menor (ex: L2) e engrosse com “overgrip”. É mais fácil engrossar um grip fino do que afinar um grip grosso.
O overgrip é aquela fita fina que colocamos por cima do grip original (o “cushion grip”). Ele serve para absorver o suor e manter a pegada firme. Você deve trocá-lo assim que ele ficar liso ou sujo. É barato e muda completamente a sensação de segurança que você tem ao segurar a raquete. Não economize nisso.
Erros Comuns ao Trocar de Raquete (E Como Evitá-los)
Estou na quadra há anos e vejo os mesmos erros se repetindo. Você está prestes a fazer um investimento alto no seu jogo; não estrague tudo por ansiedade.
Ignorar o “Demo Day”: Por que testar é obrigatório
Você não compra um carro sem fazer um test drive, certo? Por que você compraria uma raquete de R$ 2.000 apenas lendo um review na internet? Todas as raquetes que eu listei são excelentes, mas o tênis é um jogo de “feeling”, de sensação. O que é perfeito para mim pode ser horrível para você.
A maioria das lojas especializadas oferece raquetes-teste (“demo”). Pegue as duas ou três que mais lhe interessaram na lista. Leve-as para a quadra. Jogue com elas. Jogue pontos, não apenas bata bola. Saque, voleie, dê slice. A raquete precisa parecer uma extensão do seu braço.
Não teste por cinco minutos. Jogue pelo menos um set completo com cada uma. Veja como você se sente no final do jogo. O braço está cansado? A bola está entrando? A potência está lá? A sensação no impacto é agradável? Testar é a parte mais importante do processo de compra.
Copiar o Profissional: O perigo de usar o equipamento do seu ídolo
Eu sei que é tentador. Você vê o Alcaraz batendo aquele forehand com a Pure Aero e pensa: “É disso que eu preciso”. Você vê o Federer (agora aposentado) jogando com aquela elegância da Pro Staff e quer igual. Esqueça. O equipamento que você compra na loja não é o mesmo que o profissional usa, e isso é uma coisa boa.
A raquete de um profissional é pesada, customizada, e exige uma técnica e um físico que nem eu nem você temos. A Wilson Pro Staff 97 que vendem na loja, por exemplo, tem 315g (sem corda). É uma raquete fantástica, mas para um intermediário, ela é pesada demais. Vai atrasar seu swing, cansar seu ombro e provavelmente causar uma lesão.
Compre a raquete que serve para o seu jogo, não para o jogo do seu ídolo. As versões “MP” (Midplus) ou “Team” (mais leves) das linhas profissionais (Speed MP, Ezone 100, Pure Drive) são feitas exatamente para jogadores como você. Elas têm a tecnologia, mas em um pacote acessível e usável.
Achar que a Raquete Faz Milagres: Onde o equipamento termina e o treino começa
Este é o ponto final. A raquete certa é um catalisador. Ela vai otimizar sua técnica. Ela vai dar mais spin ao seu golpe que já tem spin. Ela vai dar mais potência ao seu saque que já está tecnicamente correto. A raquete não vai consertar seu footwork ruim. Ela não vai fazer você se antecipar melhor. Ela não vai corrigir uma empunhadura errada.
A nova raquete vai tirar as “desculpas” do seu jogo. Você não vai mais poder dizer “minha raquete vibrou” ou “minha raquete não tem controle”. A ferramenta será perfeita para o seu nível. O que vai fazer você evoluir, agora, é o treino. São as horas de aula, a repetição, o trabalho de pés e a tática.
Escolha sua arma com sabedoria, cuide bem dela com as cordas e grips corretos e, o mais importante, leve-a para a quadra e treine. Essa é a única forma de sair do “plateau” e levar seu tênis para o próximo nível.

Wallison Felipe Soares
Renato Fernandes, CRN9/ 22289, é um nutricionista apaixonado por transmitir conteúdo sobre saúde e nutrição para as pessoas.
Formado pelo grupo UNIEDUK, iniciou sua jornada como professor de tenis há mais de 20 anos.
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