As 10 regras do ténis de praia que todo o iniciante (e até intermédio) confunde

Fala, meu futuro campeão das areias! Se você já pisou na quadra, sentiu a brisa no rosto e a areia no pé, sabe que o Beach Tennis é apaixonante. Parece simples no começo: é só passar a bola para o outro lado e não deixar cair no seu. Mas aí começa o jogo de verdade e surgem aquelas dúvidas que travam a partida.

Você saca, a bola bate na fita da rede e passa. No tênis de campo, você repetiria o saque. Aqui, seu adversário devolve e ganha o ponto enquanto você ficou parado olhando. Essa é a clássica cena de quem está migrando de outros esportes ou começando do zero. O Beach Tennis tem uma identidade própria e regras que punem a desatenção.

Hoje eu vou tirar meu boné de jogador e colocar o de professor para te explicar, item por item, o que você precisa saber para não passar vergonha na contagem ou na dinâmica do jogo. Vamos transformar essas confusões em vantagens táticas para o seu próximo play. Pegue sua raquete e vamos nessa.

O Momento do Saque: Onde a Maioria dos Erros Acontece

O saque é o golpe mais importante do jogo porque é o único momento em que você tem controle total sobre a bola. No entanto, é justamente aqui que vejo a maior quantidade de infrações técnicas entre meus alunos iniciantes. A liberdade de sacar de qualquer lugar atrás da linha de fundo muitas vezes mascara regras rígidas que, se quebradas, entregam pontos de graça ao adversário.

Muitos jogadores trazem vícios do tênis ou do padel e tentam aplicá-los na areia. Isso cria uma confusão mental na hora de decidir se a bola está em jogo ou não. Entender as nuasces do serviço no Beach Tennis não é apenas sobre não errar a regra, é sobre estar preparado para a devolução rápida que esse esporte exige. Vamos desmistificar os três pilares do saque que causam polêmica todo fim de semana.

A Regra do Saque Único (Sem “Segunda Chance”)

No tênis tradicional, você tem o primeiro e o segundo serviço. Isso permite que você arrisque um “canhão” na primeira tentativa, sabendo que tem uma segurança na manga. No Beach Tennis, esqueça isso. Você tem apenas uma chance para colocar a bola em jogo. Se errar, o ponto é do adversário. Essa regra muda completamente a psicologia da partida e a técnica que você deve usar.

A pressão do saque único faz com que muitos iniciantes apenas “empurrem” a bola para o outro lado com medo de errar. O problema é que entregar um saque frouxo no Beach Tennis é pedir para tomar um winner (ponto vencedor) na devolução. Você precisa encontrar o equilíbrio entre agressividade e segurança. O erro na rede ou para fora não te dá perdão.

Por isso, sempre oriento meus alunos a trabalharem um saque com spin (efeito). O efeito faz a bola cair mais rápido na quadra adversária, aumentando sua margem de segurança sem tirar a agressividade. Lembre-se: errou o saque, perdeu o ponto. Não existe “segundo serviço” na areia. Essa regra torna o jogo muito mais dinâmico e rápido, punindo quem não tem consistência.

O “Let” no Saque: A Bola que Toca na Fita Joga!

Esta é, sem dúvida, a regra número 1 em causar confusão e paralisar jogos de iniciantes. Imagine a cena: você saca, a bola raspa na fita branca da rede, muda levemente a trajetória e cai na quadra adversária. Instintivamente, quem veio do tênis levanta a mão e grita “Let!” ou “Volta!”. Pare agora mesmo.

No Beach Tennis, não existe “Let” (repetição de ponto) quando a bola toca a fita no saque e passa. O jogo segue normalmente. Se a bola tocou na rede e caiu na quadra certa, o recebedor tem a obrigação de tentar devolvê-la. Se ele parar esperando a repetição, perdeu o ponto. É uma regra cruel para quem não está acostumado, mas vital para a fluidez do esporte.

Essa regra exige que você esteja em estado de alerta máximo na devolução. A trajetória da bola pode mudar drasticamente ao tocar na fita, caindo “morta” logo após a rede. O recebedor precisa estar com os joelhos flexionados e pronto para explodir em direção à bola. Nunca pare o ponto até que a bola toque a areia ou saia dos limites da quadra.

Foot Fault: O Erro Invisível dos Pés na Linha

Você prepara o saque, olha para o adversário, lança a bola e… pisa na linha de fundo antes de golpear. Ninguém falou nada, mas você cometeu uma falta. O Foot Fault (falta de pé) é muito comum em jogos amadores porque raramente temos juízes de linha. Contudo, em torneios e jogos sérios, isso é ponto para o outro time.

A regra diz claramente que você não pode tocar a linha de fundo e nem a área interna da quadra com os pés antes de a raquete tocar na bola. Muitos jogadores dão um passo à frente durante o movimento de saque e acabam “invadindo” a quadra antes da hora. Isso te dá uma vantagem espacial injusta e é penalizado com a perda do ponto.

Para corrigir isso, crie o hábito de se posicionar um passo atrás da linha. A areia é instável e, ao impulsionar o corpo, é natural que a areia se mova e seu pé deslize. Dar essa margem de segurança evita discussões chatas e garante que seu ace maravilhoso não seja anulado por um detalhe técnico bobo. Respeite a linha imaginária até o contato com a bola.


A Dinâmica da Rede e a “Terra de Ninguém”

A rede no Beach Tennis é alta (1,70m), mas o jogo acontece muito próximo a ela. Essa proximidade gera situações de perigo físico e de infrações de regras que definem partidas. O controle do espaço aéreo e o respeito às zonas proibidas são o que separam os “batedores de bola” dos jogadores de verdade.

Muitos pontos são perdidos não por falta de habilidade, mas por invasão de espaço ou toque proibido. É frustrante fazer uma jogada linda e perder o ponto porque encostou na rede com a ponta do pé. Vamos entender as regras de espaço que protegem os jogadores e organizam o caos na rede.

A Polêmica Linha dos 3 Metros (Bloqueio Proibido)

Você já reparou naquela fita ou marcação a 3 metros da rede? Ela não está lá de enfeite. Aquela é a zona de restrição para o recebedor do saque. Diferente do vôlei, onde o bloqueio é parte da defesa, no Beach Tennis você não pode bloquear o saque atacando a bola muito perto da rede.

A regra é clara: o recebedor não pode tocar na bola se estiver pisando dentro dessa zona de 3 metros antes de o saque ser efetuado ou durante a trajetória do saque se a intenção for um bloqueio agressivo imediato (o “smash” de devolução). O objetivo dessa regra é proteger o sacador. Sem ela, um jogador alto poderia ficar colado na rede e matar o ponto assim que a bola passasse.

No entanto, assim que a bola toca na raquete do sacador, o recebedor está liberado para invadir essa área (se necessário para pegar uma bola curta, por exemplo). A proibição é sobre o posicionamento estático e o bloqueio agressivo imediato. Respeite os 3 metros na hora da espera ou você perderá o ponto antes mesmo de tocar na bola.

Toque na Rede: Nem a Roupa, Nem a Raquete

Aqui a regra é binária: tocou, perdeu. Não importa se foi sem querer, se foi só a pontinha do seu boné, o seu cabelo ou o cabo da raquete após um smash. Tocar na rede enquanto a bola está em jogo é ponto automático para o adversário. Essa regra existe para evitar que os jogadores se joguem sobre a rede, o que seria perigoso.

Vejo muitos alunos que fazem um voleio incrível, ganham o ponto, mas no movimento final (o follow-through), a raquete bate na rede. Se a bola já tinha tocado a areia antes de você tocar na rede, o ponto é seu. Mas se a bola ainda estava “viva” (no ar) quando você tocou na rede, o ponto é deles.

Isso exige um controle corporal absurdo. Na areia fofa, é difícil frear o corpo depois de uma corrida para a frente. Treinar a frenagem e o controle do movimento da raquete é essencial. Use a mão não dominante para ajudar no equilíbrio e evite ficar “colado” demais na rede se você não tem controle total dos seus movimentos.

Invasão Aérea vs. Invasão por Baixo

A invasão é um tema que gera brigas homéricas. A regra básica é: você não pode tocar na bola no espaço aéreo do adversário. Você deve impactar a bola do seu lado da rede. Se você cruza a linha da rede com a raquete para buscar uma bola que ainda não passou para o seu lado, é invasão e ponto do adversário.

Porém, existe uma exceção crucial: o acompanhamento do golpe. Se você impacta a bola do seu lado, mas o movimento natural do braço faz a raquete cruzar a linha imaginária da rede depois do contato (sem tocar na rede física), isso é permitido. O que não pode é a raquete invadir antes de tocar na bola.

E a invasão por baixo? Ao contrário do vôlei, onde invadir por baixo da rede pode ser falta, no Beach Tennis você pode passar o pé por baixo da rede, desde que não atrapalhe o adversário e não toque na rede. Mas cuidado: se você atrapalhar o movimento do oponente invadindo a quadra dele por baixo, você perde o ponto por interferência. Mantenha-se no seu quadrado.


Pontuação e Decisões de Quadra

Se a técnica é o corpo do Beach Tennis, a pontuação é a alma. O sistema de contagem é herdado do tênis, mas com adaptações que tornam o jogo mais rápido e televisivo. A falta de juízes na maioria dos jogos amadores transfere a responsabilidade da arbitragem para os próprios jogadores, o que exige honestidade e conhecimento da regra.

Confundir 15-30-40 com a contagem simples (1-2-3) é normal no início, mas entender o “No-Ad” e como resolver disputas de bola dentro ou fora é o que vai te dar confiança para jogar torneios. Vamos esclarecer como contar e como julgar.

O Sistema “No-Ad”: A Morte Súbita do Game

No tênis convencional, quando o placar chega a 40-40 (Deuce), é preciso fazer dois pontos seguidos para vencer o game (Vantagem e Game). No Beach Tennis, nós usamos o “No-Ad” (No Advantage/Sem Vantagem). Se o placar empatar em 40 a 40, joga-se um ponto decisivo. Quem ganhar esse ponto, leva o game.

Isso coloca uma pressão gigantesca nesse ponto único. A regra diz que, em duplas mistas, o sacador deve sacar no homem se o saque for masculino, ou na mulher se for feminino (em algumas regras), mas geralmente no amador a dupla recebedora escolhe quem vai receber o saque decisivo.

Essa regra serve para agilizar as partidas. Não existem games eternos no Beach Tennis. Você precisa estar mentalmente preparado para esses momentos de “tudo ou nada”. Se você está recebendo, escolha o jogador que está mais confiante na devolução naquele dia. Se está sacando, jogue com inteligência, não apenas força.

A Bola na Linha e a Regra da Marca na Areia

A bola foi dentro ou fora? Essa é a maior fonte de discórdia. A regra é simples: se a bola toca qualquer parte da linha, ela é boa (dentro). As linhas no Beach Tennis são fitas largas e, muitas vezes, a bola pega apenas uma “beliscada” na fita.

Diferente do saibro, onde a bola deixa uma marca clara no chão, na areia a marca pode ser enganosa. A fita muitas vezes se move com o impacto. A etiqueta do esporte diz que a chamada é sempre do lado da quadra onde a bola caiu. Se você não tem certeza absoluta que foi fora, a bola foi boa. Na dúvida, o ponto é do adversário.

Existe um mito de que se a bola mover a fita, é dentro. Nem sempre. A bola pode bater fora e a areia jogada mover a fita. O que vale é o contato da bola. Sejam honestos. O Fair Play é a regra mais importante de todas. Ganhar um ponto roubado tira o brilho da vitória e sua reputação na areia vale mais que um game.

Quem Pode Falar Durante o Ponto? (Interferência)

Beach Tennis é um esporte barulhento, com música e torcida. Mas dentro da quadra, a comunicação tem regras. Você pode falar com seu parceiro durante o ponto? Sim, mas com ressalvas. Você pode gritar “minha!”, “deixa!”, “vai!” para orientar a dupla. Isso faz parte da tática.

O que não pode acontecer é a “interferência proposital”. Você não pode gritar ou fazer barulho para assustar ou distrair o adversário na hora que ele vai bater na bola. Se você gritar “ERROU!” antes de o adversário bater o smash, você cometeu uma infração de conduta e perde o ponto.

A comunicação deve ser interna, para a sua dupla. Qualquer verbalização direcionada ao outro lado da rede durante o ponto vivo é passível de punição. Mantenha a energia focada na sua parceria. Comemore muito depois que a bola morrer, mas mantenha o respeito enquanto ela estiver viva.


Equipamento Essencial: Muito Mais que Estética (Extra 1)

Muitos iniciantes pegam qualquer raquete emprestada e saem jogando, sem entender que o material influencia diretamente na aplicação das regras e na mecânica do jogo. Não é só frescura de professor: o equipamento errado pode causar lesões e te impedir de executar os golpes conforme o regulamento exige.

Vamos fazer uma pausa técnica para entender o que você tem nas mãos. O Beach Tennis é um esporte de materiais híbridos e entender isso vai te ajudar a escolher a ferramenta certa para o seu nível de jogo.

Comparativo de Raquetes

Veja como a sua raquete se compara com as “primas” de outros esportes:

CaracterísticaRaquete de Beach TennisRaquete de TênisRaquete de Padel
SuperfícieSólida com furos (Carbono/Fibra)Cordas trançadasSólida perfurada (mais espessa)
ComprimentoMáx. 50cmAprox. 68.5cm (27 pol)Máx. 45.5cm
Peso Médio330g – 350g280g – 320g (sem corda)350g – 370g
Efeito (Spin)Gerado pelo tratamento (Grit)Gerado pelas cordasGerado pelos furos/textura

A Engenharia dos Furos na Raquete

Você já se perguntou por que algumas raquetes têm muitos furos e outras têm poucos? Isso não é design aleatório. As regras da ITF (Federação Internacional de Tênis) permitem furos para reduzir a resistência do ar. Quanto mais furos, mais rápida a raquete passa pelo ar, facilitando a defesa e o manuseio para iniciantes.

Porém, raquetes com muitos furos no centro (“coração” da batida) tendem a ser menos potentes e menos estáveis. Jogadores avançados costumam preferir raquetes com menos furos na região central para ter mais “massa” na batida e gerar mais potência., ao escolher sua raquete de beach tenis

Existe uma regra sobre a distribuição e tamanho desses furos para evitar que a raquete fique perigosa ou deforme a bola. Ao comprar sua raquete, verifique se ela é homologada. Raquetes caseiras ou modificadas irregularmente podem ser banidas de torneios.

A Pressão Específica da Bola Stage 2

A bola de Beach Tennis não é uma bola de tênis velha e murcha. Ela é uma bola “Stage 2” (estágio 2), fabricada especificamente com 50% menos pressão que a bola de tênis tradicional e, geralmente, com a cor laranja e amarela. Isso é regra oficial.

Por que isso importa? Porque a baixa pressão faz a bola viajar mais devagar e quicar menos (embora no Beach não haja quique). Isso permite que o jogo tenha rallies (trocas de bola) mais longos. Se jogássemos com a bola dura do tênis, a velocidade seria tão alta na distância curta de 16 metros que o jogo seria impraticável e perigoso para os olhos.

Nunca treine com bolas de tênis normais. Isso vai destruir a técnica do seu braço, pois o impacto é muito mais forte, podendo causar a temida “tennis elbow” (epicondilite), além de te acostumar com um tempo de bola (timing) que não existe no jogo real.

O Tratamento da Raquete (Grit) e a Regra

Sabe aquela textura lixa na face da raquete? Chamamos de “tratamento” ou grit. Ele serve para dar aderência à bola e gerar o efeito topspin (giro para frente). Existe um limite para esse tratamento. A regra proíbe qualquer alteração na raquete que afete excessivamente o jogo.

Muitos profissionais mandam tratar a raquete extra-fabrica para ficar mais áspera. Para o amador, uma raquete muito áspera ajuda no efeito, mas dificulta o controle defensivo. Se você exagerar e colocar materiais não permitidos, sua raquete pode ser vetada num torneio sério. Mantenha o tratamento dentro do padrão aceitável para não ter surpresas na hora da inspeção.


Tática e Posicionamento Permitido (Extra 2)

Agora que você já sabe as regras “duras”, vamos falar das regras “moles”: o posicionamento. Aqui entra a malandragem saudável do jogo. Onde eu posso ficar? Onde meu parceiro deve ficar? Muitas confusões de iniciantes vêm de não saber onde se posicionar na quadra, atrapalhando a própria dupla.

O Beach Tennis é um jogo de geometria. Quem domina os ângulos e fecha os espaços vence. Não adianta ter um golpe lindo se você está no lugar errado. Vamos ver o que as regras permitem sobre a sua posição em quadra.

A “Barreira” ou Screening no Saque

No vôlei, fazer barreira é proibido. No Beach Tennis, a regra é um pouco mais interpretativa. O parceiro do sacador não pode se posicionar de forma a impedir intencionalmente a visão do recebedor sobre o sacador ou a trajetória da bola. Isso se chama screening.

Se o recebedor sentir que sua visão está bloqueada, ele pode pedir para o parceiro do sacador se mover. No entanto, o parceiro do sacador pode ficar parado onde quiser, desde que não faça movimentos para distrair. A dica aqui é: se você é o parceiro do sacador, fique abaixado ou bem aberto. Não crie confusão. Se o adversário reclamar, ajuste sua posição. O Fair Play resolve isso rápido.

Troca de Posição na Dupla Durante o Ponto

Uma dúvida comum: “Professor, eu comecei o ponto na direita, posso terminar na esquerda?”. A resposta é: SIM! Durante o ponto, você e seu parceiro podem trocar de lado, cruzar, pular um por cima do outro se quiserem. A liberdade de movimentação é total enquanto a bola está em jogo.

A regra de posição fixa (quem saca e quem recebe) vale apenas para o início do ponto. Depois do saque, a quadra é livre. Taticamente, porém, evite ficar trocando de lado sem necessidade. Isso abre buracos na defesa. Só troque se for para cobrir um lob ou salvar uma bola difícil. O ideal é que cada um defenda seu corredor.

Onde o Parceiro do Sacador Pode Ficar?

Diferente do tênis, onde o parceiro do sacador quase sempre fica na rede, no Beach Tennis ele tem liberdade total. Ele pode ficar na rede, no meio da quadra ou até recuado na linha de fundo junto com o sacador.

Para iniciantes, recomendo que o parceiro do sacador fique próximo à rede, mas atento ao lob. A regra permite que ele fique em qualquer lugar do lado dele da quadra. Se o sacador tem um saque muito fraco, às vezes vale a regra tática de o parceiro recuar um pouco para não tomar uma bolada à queima-roupa na devolução. Use a regra a seu favor: ajuste a posição do parceiro conforme a agressividade do saque da sua dupla.


Pronto! Agora você tem um arsenal de conhecimento que vai muito além de apenas rebater a bolinha. Dominar essas regras vai te dar uma confiança enorme em quadra. Você vai parar de perder pontos bobos por foot fault ou toque na rede, e vai saber exatamente o que fazer quando a bola bater na fita.

O próximo passo? Colocar isso em prática. No seu próximo jogo, tente observar quantas vezes essas regras acontecem e ninguém percebe. Seja o jogador inteligente da turma. Quer que eu te ajude a montar um treino específico para melhorar seu saque considerando essas regras? É só falar!

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