Fala, campeão! Que bom te ver interessado em levar o seu jogo para o próximo nível.
Você sabe que o tênis é um esporte de detalhes, certo? A gente treina o footwork, ajusta o grip, melhora o lançamento do saque… mas tem um detalhe que muitas vezes passa batido e pode detonar a sua evolução antes mesmo de você entrar em quadra: a escolha da sua ferramenta de trabalho.
Eu vejo isso acontecer toda semana aqui no clube. O aluno chega empolgado, com uma raquete novinha, brilhando, mas na primeira batida eu já percebo que algo não encaixa. Às vezes é o peso que atrasa o movimento, às vezes é a corda que parece uma tábua de madeira. E o pior? O aluno acha que o erro é dele.
Para evitar que você gaste dinheiro à toa e, mais importante, para proteger seu braço de lesões, vamos bater um papo franco sobre os erros que a maioria dos adolescentes comete nessa hora. Puxa uma cadeira (ou senta aí no banco da quadra) e presta atenção, porque essa aula teórica vai salvar seu forehand.
Os erros mais comuns que adolescentes cometem ao escolher a primeira raquete.
Ignorando o Peso e o Balanço
O perigo das raquetes pesadas demais
Um dos erros clássicos que eu vejo é o adolescente querer usar uma raquete com peso de adulto profissional logo de cara. Você vê aquela raquete de 315g ou 320g e pensa que ela vai te dar mais estabilidade, certo? O problema é que, nessa fase, sua musculatura ainda está se desenvolvendo e a técnica ainda não está “limpa”.
Quando você usa uma raquete muito pesada, o primeiro sinal é o atraso no ponto de contato. O seu cérebro manda o braço ir, mas a raquete “demora” a chegar na bola porque a inércia é muito grande para a força que você tem no ombro e no antebraço. Isso faz você bater a bola atrasada, o que tira todo o controle da jogada e joga a bola lá no alambrado ou na rede.
Além do desempenho ruim, o peso excessivo é um convite para lesões. O seu corpo vai tentar compensar a falta de força usando músculos que não deveriam ser os protagonistas do movimento, como os do punho e do cotovelo. Depois de meia hora de treino, seu braço vai parecer que pesa uma tonelada e a diversão vira sofrimento.
A ilusão da potência
Muita gente confunde peso com potência. É verdade que, na física pura, massa vezes aceleração gera força. Mas no tênis, a aceleração da cabeça da raquete é muito mais importante do que a massa dela para gerar velocidade na bola, especialmente para quem não tem a técnica perfeita do Federer.
Se a raquete for leve o suficiente para você manusear com rapidez, você consegue gerar muito mais velocidade na cabeça dela (o que chamamos de head speed). É essa velocidade que faz a bola andar rápido e, principalmente, que permite que você consiga gerar o topspin, aquele efeito que faz a bola cair dentro da quadra.
Quando a raquete é pesada demais para você, o seu swing fica lento. Você acaba “empurrando” a bola em vez de “bater” nela. O resultado é uma bola sem peso, fácil para o adversário atacar. A potência real vem da fluidez do movimento, e você só consegue ser fluido se aguentar o peso do equipamento durante um jogo inteiro de três sets.
O equilíbrio incorreto
Não é só o peso total que importa, mas onde esse peso está distribuído. Chamamos isso de balanço. Raquetes voltadas para iniciantes e intermediários costumam ter o peso mais distribuído para a cabeça ou serem equilibradas, para ajudar a bola a sair com mais facilidade mesmo quando você não acerta o golpe perfeito.
Adolescentes muitas vezes compram raquetes com o peso muito voltado para o cabo (focadas em controle extremo), achando que isso vai melhorar a precisão. O problema é que essas raquetes exigem que você gere toda a potência sozinho. Se o seu braço não for um motor potente, a bola vai morrer no meio da quadra.
Por outro lado, escolher uma raquete extremamente leve com todo o peso na cabeça (aquelas parecidas com marretas) também é ruim para o desenvolvimento técnico. Elas tiram a sensibilidade da mão. O ideal é buscar um meio-termo, uma raquete equilibrada que permita você sentir onde está a cabeça da raquete sem que ela puxe seu braço para o chão.
O Tamanho da Cabeça e o “Ponto Doce”
Buscando controle cedo demais
Existe uma vaidade natural em querer usar raquetes com a cabeça pequena (tipo 95 ou 97 polegadas quadradas), porque são as que os profissionais usam para ter controle cirúrgico. Mas entenda uma coisa: os profissionais acertam o centro da raquete em 99% das vezes. Você, que está evoluindo, ainda não tem essa consistência.
Ao escolher uma cabeça pequena, você diminui drasticamente a área útil de batida. Se você pegar um pouco fora do centro, a raquete vibra, gira na sua mão e a bola sai sem direção e sem força. Isso mata a sua confiança. Você começa a encolher o braço com medo de errar, e no tênis, braço encolhido é certeza de erro.
Para a maioria dos adolescentes em transição ou nível intermediário, uma cabeça de 100 polegadas quadradas é o padrão ouro. Ela oferece controle suficiente para você colocar a bola nos cantos, mas não te pune severamente se você atrasar um milésimo de segundo e pegar a bola um pouco mais na ponta ou na lateral das cordas.
A tolerância ao erro
Nós chamamos a área ideal de batida de sweet spot ou “ponto doce”. Quanto maior a cabeça da raquete, maior é esse ponto doce. Ter um sweet spot generoso é o melhor amigo do seu aprendizado, pois ele te mantém no ponto mesmo quando a execução não foi de manual.
Imagine que você está numa troca de bolas intensa, correndo de um lado para o outro. É difícil chegar na bola perfeitamente equilibrado todas as vezes. Uma raquete com cabeça maior (entre 100 e 105 sq in) vai “perdoar” seus atrasos de posicionamento. A bola ainda vai passar para o outro lado com uma qualidade decente.
Essa tolerância é fundamental para manter o rally acontecendo. O tênis é um esporte de repetição. Se a cada três bolas, uma você erra o centro e a jogada morre, você não treina a tática, não treina o físico e não se diverte. A raquete precisa ser sua aliada, não uma juíza severa que aponta cada milímetro de erro seu.
O efeito psicológico de errar o centro
Pode parecer besteira, mas o som da batida influencia muito o seu jogo. Quando você acerta o sweet spot, o som é limpo, seco, gostoso de ouvir. Isso manda uma mensagem para o seu cérebro: “eu sei fazer isso”. Isso libera dopamina e te deixa mais solto para arriscar a próxima bola.
Quando você usa uma cabeça muito pequena e vive acertando o aro ou a zona morta das cordas, o som é horrível, uma vibração estranha. Isso gera frustração imediata. Você começa a ficar tenso, aperta o cabo da raquete com força excessiva e trava a musculatura.
O adolescente, que já lida com tantas pressões, não precisa de mais uma fonte de frustração na quadra. Escolher uma raquete que te proporcione mais acertos limpos vai acelerar seu aprendizado simplesmente porque você vai se sentir mais capaz e confiante para tentar golpes novos e evoluir sua técnica.
A Empunhadura: Mais que Apenas Conforto
Grip muito fino e o “Cotovelo de Tenista”
A grossura do cabo da raquete, o nosso famoso grip, é frequentemente negligenciada. Muitos adolescentes compram o que tem na loja sem medir. Se você usa um grip muito fino (L1 ou L2, quando sua mão pede um L3), você é obrigado a apertar muito a mão para a raquete não girar no impacto com a bola.
Essa tensão constante no antebraço é o caminho mais rápido para desenvolver a epicondilite lateral, o temido “cotovelo de tenista”. Você nem percebe que está fazendo força demais, mas depois do jogo, seu braço fica latejando. É uma lesão chata, que demora para curar e te tira das quadras por meses.
Além da lesão, o grip fino deixa a raquete instável. Quando você vai voleiar ou bloquear um saque forte, a raquete treme na sua mão se não estiver bem preenchida na palma. Você perde firmeza e precisão nos momentos em que mais precisa de estabilidade.
Grip muito grosso e a falta de “Munheca”
O oposto também é um problema sério. Se o grip for grosso demais para sua mão, você não consegue fechar os dedos corretamente. Isso impede que você use o punho de forma relaxada. E hoje em dia, no tênis moderno, o uso do punho (a “munheca”) é essencial para gerar spin e velocidade.
Com um “toco” de madeira na mão, seu movimento fica robotizado. Você tem dificuldade em mudar as empunhaduras rapidamente, por exemplo, sair de um forehand semi-western para um grip continental na hora de um voleio ou smash. Essa falta de agilidade te deixa vulnerável na rede e no saque.
O saque, inclusive, é o golpe mais prejudicado. Para fazer a pronação (aquele giro final do braço que dá a potência no saque), o punho precisa estar solto. Um grip grosso trava essa articulação, limitando a velocidade do seu serviço e impedindo que você consiga colocar efeitos como o slice ou o kick.
Como medir corretamente
Não vá no “achismo”. Existe uma regra prática que funciona para 90% dos tenistas e você pode fazer agora mesmo. Segure a raquete com sua mão dominante como se fosse dar um forehand (empunhadura de direita). Agora, olhe para o espaço que sobra entre a ponta dos seus dedos e a base do polegar (a “almofada” da mão).
O ideal é que caiba exatamente o dedo indicador da sua outra mão nesse espaço. Se não couber o dedo, o grip está fino demais. Se sobrar muito espaço além do dedo, está grosso demais. Lembre-se que é mais fácil engrossar um cabo fino com um overgrip do que afinar um cabo grosso.
Se você estiver na dúvida entre dois tamanhos, a dica de ouro do professor aqui é: pegue o menor. Você sempre pode colocar um overgrip mais grosso para ajustar. Mas se você comprar o grosso demais, não tem serra que resolva o problema sem estragar a raquete. Teste isso na loja antes de passar o cartão.
O Mito da Raquete do Ídolo
A configuração do Nadal, Federer ou Djokovic
Eu entendo, você vê o Nadal dando aquele laço na bola e quer fazer igual. Aí você descobre qual é a raquete dele e quer comprar a mesma. O que a marca não te conta é que a raquete que o Nadal vende na loja não é exatamente a mesma que ele usa. E mesmo se fosse, você não deveria usar.
Os profissionais usam raquetes personalizadas, muitas vezes com chumbo adicionado em pontos estratégicos, tornando-as extremamente pesadas e com um equilíbrio muito específico para o swing deles. Tentar replicar o jogo deles usando o equipamento deles é como você, que acabou de tirar a carta de motorista, querer dirigir um carro de Fórmula 1 no trânsito da cidade.
Você vai acabar lutando contra a raquete em vez de jogar com ela. A raquete do ídolo foi feita para um adulto, atleta de elite, com condicionamento físico impecável e milhares de horas de treino. Você precisa de uma raquete que respeite seu momento atual e te ajude a chegar lá, degrau por degrau.
Rigidez do aro e vibração
As raquetes de alta performance, geralmente usadas pelos pros, costumam ser mais rígidas ou ter configurações que exigem precisão milimétrica. Uma raquete muito rígida transfere mais energia para a bola, é verdade, mas também transfere muito mais choque para o seu braço a cada batida.
Para um adolescente em fase de crescimento, submeter as articulações a essa vibração constante é perigoso. As cartilagens e tendões ainda estão se fortalecendo. Uma raquete mais amigável, que absorva melhor o impacto, vai garantir que você possa jogar tênis pelos próximos 50 anos, e não parar aos 20 com dores crônicas.
Além disso, raquetes de controle (comuns entre profissionais) não “andam” se você não bater com perfeição. Elas são “raquetes mortas”. O profissional gera a própria potência. O amador precisa que a raquete ajude a bola a andar. Usar uma raquete dura e morta vai te forçar a bater com raiva, estragando sua técnica.
Estética vs Funcionalidade
A pintura da raquete (o paint job) é a maior armadilha do marketing esportivo. As marcas lançam modelos novos todo ano com cores incríveis, e é fácil se apaixonar pelo visual. “Ah, essa preta fosca é linda, vou levar”. Mas a cor não bate na bola, meu amigo.
Muitas vezes, a raquete mais bonita da loja é a pior para o seu jogo, enquanto aquela com uma cor que você não curtiu tanto tem as especificações perfeitas de peso, balanço e tamanho de cabeça. Você precisa ser frio nessa hora. O visual você acostuma, ou até personaliza depois com a cor da corda e do grip.
Não escolha seu equipamento como se fosse um acessório de moda. Na quadra, ninguém vai ligar se sua raquete é a edição limitada neon se você estiver isolando todas as bolas. O que impõe respeito é o seu jogo, a consistência e a técnica. Deixe a estética como critério de desempate, nunca como o principal.
A Importância das Cordas e da Tensão
O erro do poliéster completo
Aqui entra um ponto que quase ninguém fala na hora da compra: a corda é o motor da raquete. E o maior erro dos adolescentes hoje é colocar corda de poliéster (aquelas coloridas, duras) na raquete toda, só porque os profissionais usam ou porque “dura mais e não quebra”, ao escolher uma raquete de tenis para inciantes
O poliéster é uma corda morta e rígida. Ela é feita para quem tem muita força e precisa de controle para a bola não sair. Para um adolescente intermediário, o poliéster pode ser um veneno. Ele tira a sensibilidade e aumenta drasticamente o risco de lesão no cotovelo e ombro, pois não absorve vibração nenhuma.
Para quem está começando ou no nível intermediário, o ideal são as triplas sintéticas (synthetic gut) ou as multifilamentadas. Elas são macias, soltam mais a bola e protegem seu braço. Se você quer muito usar poliéster para ganhar spin, tente um híbrido: poliéster nas verticais e uma corda macia nas horizontais.
Tensão alta demais
Outro mito: “quanto mais esticada a corda, melhor”. Errado. Tensão alta dá controle, tensão baixa dá potência. Se você coloca 58 ou 60 libras na sua raquete, você está transformando sua área de batida em uma parede de concreto. A bola vai bater e cair curta, a não ser que você tenha o braço do Thor.
Para a maioria das raquetes modernas e para o nível de força de um adolescente, tensões entre 48 e 53 libras são mais que suficientes. Isso faz a bola andar mais, aumenta o conforto e amplia o sweet spot. Não tenha medo de baixar a tensão.
Eu vejo garotos colocando 60 libras e depois reclamando que a raquete não tem potência. Aí eles tentam bater com mais força bruta, perdem a técnica e se machucam. Comece com uma tensão média (tipo 52 libras) e vá ajustando conforme sente necessidade, mas evite os extremos logo de cara.
Ignorar a manutenção do encordoamento
Você troca a corda só quando ela quebra? Esse é um erro clássico. As cordas perdem a tensão e a elasticidade muito antes de arrebentarem. Chamamos isso de corda “morta”. Jogar com corda morta obriga você a mudar seu movimento para compensar a falta de resposta do material.
Uma regra básica é: você deve trocar a corda por ano o mesmo número de vezes que joga por semana. Se joga 3 vezes por semana, troque a corda pelo menos 3 vezes ao ano. Se usa poliéster, a troca deve ser ainda mais frequente, pois essa corda perde a propriedade em poucas semanas de uso.
Não adianta ter a melhor raquete do mundo se as cordas estão lá há seis meses, ressecadas e frouxas. Manter o encordoamento fresco é o investimento mais barato que você pode fazer para melhorar seu jogo instantaneamente. Cuide do seu equipamento e ele cuidará do seu jogo.
O Planejamento de Longo Prazo e Custo-Benefício
Investir muito cedo em equipamento pro
Eu sei que a vontade é sair da loja com o modelo topo de linha de R$ 1.800,00. Mas financeiramente e tecnicamente, isso pode não ser inteligente agora. Seu jogo vai mudar muito nos próximos dois anos. Você vai ganhar corpo, mudar a empunhadura, ajustar o swing.
Comprar uma raquete caríssima e ultra específica agora pode te prender a um estilo de jogo que não será o seu no futuro. Existem raquetes intermediárias de excelente qualidade, feitas 100% em grafite, que custam metade do preço e são muito mais amigáveis para o seu desenvolvimento.
Guarde esse investimento maior para aulas, para bons calçados (que evitam lesão no joelho e tornozelo) ou para cordas de qualidade. A raquete “top” deve ser um prêmio para quando sua técnica estiver consolidada e você souber exatamente o que precisa para refinar seu estilo.
Comprar sem testar em quadra
Você compraria um carro sem fazer um test drive? Então por que comprar uma raquete só balançando ela no ar dentro da loja? A sensação do peso na loja é completamente diferente da sensação ao bater na bola. Na loja tudo parece leve. Depois de 40 minutos de jogo, a história é outra.
Muitas lojas especializadas e academias oferecem raquetes de teste (demos). Use isso! Pegue a raquete, jogue um set, sinta o saque, sinta o voleio. Veja se o braço dói, se a bola anda. Às vezes a raquete que você menos esperava é a que encaixa perfeitamente na sua mão.
Não tenha vergonha de pedir para testar. É o seu dinheiro e o seu jogo. Se não tiver como testar na loja, peça emprestado de um amigo que tenha o modelo que você quer. Cinco minutos batendo bola já valem mais que horas lendo reviews na internet.
Ignorar a evolução técnica do jogador
Lembre-se que a raquete é uma ferramenta de transição. O que serve para você aos 13 ou 14 anos pode não servir aos 16. Muitos adolescentes ficam apegados à raquete infantil ou de transição por tempo demais, o que limita a potência. Outros pulam etapas e pegam raquete de adulto antes da hora.
O segredo é acompanhar seu crescimento físico e técnico. Se você cresceu 10 cm no último ano e ganhou massa muscular, sua raquete leve de 260g não vai mais aguentar a bola pesada dos adversários. Ela vai vibrar e girar na mão. É hora de subir o peso gradualmente (para 280g, depois 300g).
Converse sempre com seu professor. Ele está vendo seu jogo de fora e sabe dizer se a bola está curta porque você está errando ou porque a raquete não está ajudando. Encare a escolha da raquete como um processo dinâmico, que acompanha sua jornada no esporte.
Comparativo Rápido: Onde colocar seu dinheiro?
Para facilitar sua vida, montei um quadro comparando o que você deve procurar versus o que deve evitar. Dá uma olhada nisso antes de abrir a carteira:
| Característica | Raquete de “Supermercado” (Evitar) | Raquete Intermediária (Recomendada) | Raquete Pro/Tour (Cuidado) |
| Material | Alumínio ou Fusão (Vibra muito) | 100% Grafite (Ideal) | Grafite + Tecnologias (Kevlar/Graphene) |
| Peso (sem corda) | Muito leve (< 250g) ou desbalanceada | 280g a 300g (Ponto ideal) | 305g a 340g (Pesada demais) |
| Tamanho da Cabeça | Geralmente Oversize (>110) | 100 sq in (Versátil) | 95 a 98 sq in (Difícil de bater) |
| Preço | Baixo, mas descartável | Custo-benefício excelente | Alto investimento |
| Indicação | Crianças ou lazer esporádico | Adolescentes em evolução/Competição | Avançados e Profissionais |
Espero que esse papo tenha clareado as coisas para você. O tênis é um esporte apaixonante e difícil por natureza, então não complique as coisas escolhendo o equipamento errado. Uma boa raquete deve ser transparente: você nem deve lembrar que ela está na sua mão, ela deve ser apenas uma extensão do seu braço.
E lembre-se: a raquete não faz milagre. O Federer ganharia da gente jogando com uma frigideira. O equipamento ajuda, mas o suor na camisa e a repetição no treino é que vão te fazer um campeão.

Wallison Felipe Soares
Renato Fernandes, CRN9/ 22289, é um nutricionista apaixonado por transmitir conteúdo sobre saúde e nutrição para as pessoas.
Formado pelo grupo UNIEDUK, iniciou sua jornada como professor de tenis há mais de 20 anos.
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