E aí, campeão. Vamos bater um papo sério sobre o futuro do seu pequeno tenista. Você quer dar a ele a ferramenta certa para começar, e isso é 90% do caminho. Muita gente acha que qualquer raquete serve para uma criança, “é só para ela brincar”. Esse é o primeiro erro, e um erro grave. A raquete não é um brinquedo; ela é a extensão do braço. Se você entrega a ferramenta errada, a criança não aprende o movimento (o swing) certo. Ela aprende a compensar um equipamento ruim.
Estamos aqui para evitar isso. O objetivo não é comprar a raquete mais cara ou a mais bonita (embora isso ajude na motivação). O objetivo é encontrar o equilíbrio perfeito entre tamanho, peso e material para a altura e a força atuais do seu filho. Uma raquete errada, pesada demais, pode criar vícios técnicos que levamos anos para corrigir na aula. Pior, pode machucar o cotovelo ou o pulso de uma estrutura que ainda está em formação.
Vamos esquecer as raquetes de adulto “leves”. Vamos esquecer a raquete que você usava quando tinha 15 anos. O jogo infantil mudou, a tecnologia mudou e as regras mudaram. Hoje, temos equipamentos desenhados especificamente para o play and stay (as bolas vermelhas, laranjas e verdes). A raquete precisa ser compatível com essa metodologia. Vamos analisar as melhores opções, divididas por fase, para que seu filho tenha a melhor chance de se apaixonar pelo esporte.
O Essencial: Como Escolher a Raquete Certa
Antes de olharmos os modelos, você precisa entender como escolher. Esqueça a idade por um segundo. A regra de ouro é a altura da criança. Existe um teste clássico que eu faço com todo aluno novo: peça para a criança ficar em pé, relaxada. Coloque a raquete ao lado do corpo dela, com a cabeça da raquete encostada no chão. A criança deve conseguir segurar o cabo (o grip) confortavelmente, com o braço esticado ao lado do corpo. Se ela tiver que dobrar o braço ou se inclinar, a raquete está curta. Se o cabo passar muito da mão dela, está longa.
O método mais fácil é o “teste do chão”. Peça para a criança segurar a raquete pelo cabo e ficar em pé, com o braço esticado para baixo, ao lado do corpo. A ponta da raquete (a cabeça) deve ficar próxima do chão, mas sem arrastar. Se arrastar, está muito longa, e ela vai bater a raquete no chão a cada forehand. Se ficar muito longe (na altura da canela), está curta, e ela vai perder o ponto de contato ideal. Como guia, use esta tabela:
- Altura 85cm – 100cm: Raquete 19 polegadas.
- Altura 100cm – 112cm: Raquete 21 polegadas.
- Altura 113cm – 125cm: Raquete 23 polegadas.
- Altura 126cm – 140cm: Raquete 25 polegadas.
- Altura 141cm – 155cm: Raquete 26 polegadas.
O segundo ponto é o material. Para os bem pequenos (raquetes 19, 21 e 23), o alumínio domina. É barato, leve e quase indestrutível. A criança pode bater no chão, na grade, e a raquete aguenta (embora a gente não deva incentivar isso). O alumínio vibra mais, mas nessa fase, o impacto com a bola vermelha (de espuma ou baixa pressão) é mínimo, então não há risco de lesão. Quando passamos para as raquetes 25 e 26, entramos no grafite (ou composto de grafite). É um salto de performance. O grafite absorve o impacto, protege o braço e oferece mais potência e estabilidade. É para a criança que já está na transição, batendo bola verde ou amarela, e começando a formar o swing.
1. Babolat B’Fly 21
Se o seu filho tem entre 4 e 6 anos (e se encaixa na altura da 21), a B’Fly é uma das melhores primeiras raquetes do mercado. A Babolat acertou em cheio no design. Ela é colorida, leve e visualmente divertida. Você subestima o poder disso, mas uma criança precisa gostar da raquete dela. Se for preta e cinza, ela pode não se animar. A B’Fly parece um brinquedo, mas é uma ferramenta séria.

O grande diferencial aqui é o “Memo Grip”. O cabo tem um desenho pedagógico, com marcações coloridas que mostram à criança onde e como segurar a raquete para os golpes básicos (o grip continental para sacar, o eastern para o forehand). Para nós, treinadores, isso é uma mão na roda. Em vez de eu dizer “gire a mão”, eu digo “coloque o dedão na marca amarela”. Isso acelera o aprendizado e cria a memória muscular correta desde o dia zero.
Feita de alumínio, ela é leve (cerca de 175g) e tem uma cabeça bem grande (sweet spot generoso). Isso é fundamental: a criança precisa acertar a bola. Nessa idade, o objetivo é a coordenação olho-mão. A B’Fly facilita o contato. Ela não é feita para potência, é feita para o sucesso inicial. A criança acerta a bola, a bola passa a rede, ela fica feliz e quer voltar na próxima aula. É o ciclo perfeito de reforço positivo.

2. Head Novak 21
A Head segue uma linha parecida com a Babolat, mas apela para o ídolo. A linha “Novak” (homenagem ao Djokovic) traz um ar mais “profissional” para o equipamento infantil. O design é mais sóbrio, geralmente imitando a pintura das raquetes da linha principal da Head, o que faz a criança se sentir “gente grande”. É uma raquete de alumínio, também leve (cerca de 180g) e focada em durabilidade para aguentar o tranco dos iniciantes.

A tecnologia chave da Head nessas raquetes de entrada é a “DampPlus”. A construção da raquete é feita para absorver um pouco mais o impacto antes que ele chegue ao cabo e, consequentemente, ao braço da criança. Não é o conforto de uma raquete de grafite, claro, mas para o alumínio, ela faz um bom trabalho. É um pouco menos “pedagógica” que a Babolat B’Fly (não tem o grip marcado), mas compensa com uma sensação um pouco mais sólida no impacto.
Onde a Novak 21 brilha é na estabilidade. Para uma raquete 21 de alumínio, ela parece robusta. A cabeça também é generosa, perdoando os golpes fora do centro. É uma escolha excelente para a criança que talvez seja um pouco mais forte ou que já passou pela fase da 19 e precisa de algo que aguente um swing um pouco mais rápido. É a raquete perfeita para a escolinha, para os primeiros ralis na bola vermelha.

3. Wilson Serena 21
A Wilson foca na inspiração. Assim como a Head tem o Novak, a Wilson traz o nome de Serena Williams para suas raquetes júnior. Isso é especialmente poderoso para as meninas, dando a elas uma referência imediata no esporte. A “Serena 21” é uma raquete de liga de alumínio (AirLite Alloy), o que a torna leve, mas também muito resistente. O design é arrojado, muitas vezes com cores vibrantes, e claro, a assinatura da Serena.

O foco da Wilson aqui é a facilidade de manuseio. Ela é desenhada para que a criança consiga fazer o swing completo sem se cansar. O peso é distribuído de forma a ajudar a criança a sentir a cabeça da raquete, mas sem sobrecarregar o pulso. A cabeça é superdimensionada, maximizando as chances de um contato limpo, o que gera confiança. A Wilson também inclui um protetor de cabeça (bumper) bem robusto, pois ela sabe que essa raquete vai visitar o chão algumas vezes.
Essa raquete é ideal para a primeira introdução ao esporte. Ela não complica. É uma ferramenta simples e eficaz para desenvolver a coordenação motora básica do tênis. É a raquete para os primeiros forehands e backhands com o professor jogando a bola na mão. Para crianças de 5 ou 6 anos que estão começando do zero absoluto, a Serena 21 (ou a “Roger Federer 21”, que tem especificações similares) é um ponto de partida sem erro.

4. Babolat Ballfighter 23
Subimos de tamanho. A raquete 23 é para a criança que já passou dos 113cm, geralmente entre 6 e 8 anos. Aqui, a Babolat Ballfighter é a rainha da categoria. Se a B’Fly era sobre diversão e cores, a Ballfighter é sobre aprender a jogar. Ela mantém o “Memo Grip” (o cabo pedagógico), o que é ótimo, pois as empunhaduras começam a ficar mais importantes nessa fase. Ela também é feita de alumínio, mantendo o custo baixo e a durabilidade alta.

O diferencial da linha Ballfighter (disponível em vários tamanhos) é o foco total no aprendizado. Ela é perfeitamente balanceada para a bola laranja (a próxima etapa depois da bola vermelha). A bola laranja quica um pouco mais, e a raquete 23 precisa ter um pouco mais de “massa” para não torcer na mão. A Ballfighter equilibra leveza (para o swing speed) com estabilidade (para o contato).
Eu, como professor, adoro essa linha. Ela é a definição de “raquete de escolinha”. Ela não tenta ser algo que não é. Não promete a potência de uma raquete de grafite. Ela promete que a criança vai conseguir segurar o grip certo, fazer o swing certo e acertar o sweet spot com frequência. Para a transição da bola vermelha para a laranja, a Ballfighter 23 é, possivelmente, a melhor ferramenta do mercado.

5. Head Radical Jr 23
Aqui as coisas começam a ficar mais sérias. A linha Radical da Head sempre foi sinônimo de versatilidade, e a versão júnior 23 não é exceção. Embora ainda seja (geralmente) de uma liga de alumínio para manter o peso baixo (cerca de 215g), ela é desenhada para a criança que já não está só “batendo bola”. É para a criança que está começando a fazer o movimento de topspin, que está tentando sacar por cima.

O design imita as raquetes de adulto da linha Radical, o que, novamente, tem um apelo psicológico forte. A raquete parece “de verdade”. A tecnologia DampPlus de absorção de vibração é ainda mais importante aqui, pois a criança está batendo na bola laranja, que é mais pesada que a vermelha. A raquete ajuda a filtrar o choque, mantendo o braço confortável.
A Radical 23 é uma raquete de transição. É para a criança que está grande demais para a 21, mas ainda não tem força ou altura para uma 25 de grafite. Ela oferece um pouco mais de controle do que as raquetes de iniciante puro. Se o seu filho está levando as aulas a sério e mostrando uma boa evolução técnica, a Radical 23 é um passo à frente da Ballfighter ou da Novak, preparando-o para o próximo nível.

m uma Pro Staff está construindo uma base técnica sólida. Ela não depende de truques da raquete; ela depende do próprio swing. É a escolha ideal para o jogador júnior avançado que valoriza o feeling e o controle acima de tudo.
Tabela Comparativa: O Duelo de Grafite (25/26 polegadas)
Para a criança que já saiu do alumínio e está na fase de transição (25 ou 26 polegadas), a escolha do grafite é crucial. Aqui estão as três filosofias de jogo que você vai encontrar:
| Característica | Babolat Pure Aero Rafa Jr 26 | Head Radical Jr 26 | Wilson Clash 25/26 |
| Perfil do Jogador | O agressor de fundo de quadra, focado em topspin. | O jogador versátil, all-around, que joga em toda a quadra. | O jogador que busca conforto máximo e potência fácil, ideal para proteger o braço. |
| Material Principal | Grafite (Foco em Aerodinâmica para spin) | Grafite (Foco em estabilidade e controle) | Grafite (Foco em Flexibilidade Extrema – FreeFlex) |
| Ponto Forte | Geração de efeito (topspin) massivo. | Versatilidade. O “canivete suíço” do tênis. | Absorção de impacto e conforto (amigável ao braço). |
| Ponto Fraco | Mais rígida, pode ser desconfortável se errar o sweet spot. | Não se destaca em nada (nem spin extremo, nem conforto extremo). | Menos “sensação” de controle (a bola “some” no impacto). |
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O Setup Fino: Grip e Tensão de Cordas
Escolher a raquete é o passo 1. O passo 2 é ajustá-la. Isso é algo que 99% dos pais ignora, mas que faz uma diferença brutal no jogo e na saúde do braço da criança.
Ajustando a empunhadadura (O Grip)
Raquetes júnior vêm com cabos muito finos (L00, L0, L1). Isso é bom para mãos pequenas. Mas as crianças crescem rápido. Se o cabo estiver fino demais, a criança tem que “apertar” a raquete com força para ela não girar na mão. Essa tensão constante é o caminho mais rápido para uma lesão no pulso ou antebraço (tennis elbow).
A solução é o overgrip. É aquela fita fina que colocamos por cima do cabo original. O overgrip faz duas coisas: absorve o suor (evitando que a raquete escorregue) e aumenta a espessura do cabo. A regra do dedo: peça para a criança segurar a raquete. O espaço entre a ponta do dedo médio e a “almofada” da palma da mão deve ser do tamanho do seu dedo indicador. Se o dedo da criança encosta na palma, o cabo está fino. Adicione um overgrip.
Não tenha medo de usar um (ou até dois) overgrips para encontrar a espessura perfeita. Um cabo na medida certa permite que a mão fique relaxada durante o ponto. Mão relaxada = pulso solto. Pulso solto = whip (o “chicote” que gera topspin e potência). Um cabo fino demais trava o pulso e cria um swing robótico e tenso.
A tensão correta (Potência vs. Controle)
Todas as raquetes júnior (especialmente as de alumínio) vêm encordoadas de fábrica. A corda é, invariavelmente, um nylon sintético básico, de média tensão. Isso serve para 90% dos casos iniciais. A criança não bate forte o suficiente para se preocupar com isso. O problema começa quando ela passa para a raquete 25 ou 26 de grafite e começa a quebrar essa corda de fábrica.
Quando você for encordoar, a regra para crianças é: baixa tensão. Os pais sempre querem “tensão de profissional” (55, 60 libras). Isso é um veneno para o braço da criança. Tensão alta diminui o sweet spot e exige que o jogador bata com força extrema para a bola andar. A criança não tem essa força.
Use tensões baixas (entre 42 e 48 libras). A baixa tensão aumenta o “efeito cama elástica” da corda, dando mais potência de graça. Isso ajuda a criança a passar a bola da rede com um swing mais fácil e fluido. Além disso, a baixa tensão é infinitamente mais confortável, pois vibra menos. O foco da criança não é controle milimétrico; é potência e conforto.
Cuidado com o poliéster (A corda que lesiona)
Este é o aviso mais importante que eu posso dar. Você vai ver os profissionais usando cordas de poliéster (aquelas amarelas, cinzas, geralmente “duras”). O poliéster (ou “co-poly”) é uma corda de controle, feita para jogadores que batem na bola com uma violência absurda e precisam “matar” a potência da raquete.
Nunca coloque corda de poliéster em uma raquete júnior. O braço de uma criança não está preparado para o nível de choque e rigidez que essa corda gera. O poliéster não absorve impacto; ele transmite tudo para o braço. Eu já vi crianças de 13 anos com lesões crônicas de cotovelo por insistirem em usar a “corda do ídolo”.
Para crianças, use multifilamento ou uma tripa sintética (synthetic gut) de boa qualidade. Essas cordas são macias, elásticas e focadas em conforto e potência. Elas simulam a sensação da tripa natural, absorvendo o impacto e protegendo as articulações. Elas vão quebrar mais rápido que o poliéster? Sim. Mas é melhor trocar a corda do que trocar o cotovelo do seu filho.
O Papel do Treinador: Quando a Técnica Supera o Marketing
Você vai ser bombardeado pelo marketing. Seu filho vai pedir a raquete do Alcaraz ou da Swiatek. É aqui que você precisa ser o adulto da relação e confiar no seu treinador. Nosso trabalho é ver além da pintura.
O perigo da raquete de adulto “leve”
O erro mais comum. O filho faz 12 anos, tem 1,50m, e o pai acha que ele está pronto para uma raquete de adulto. “Vou comprar uma de 270g, que é leve”. Não faça isso. Uma raquete de 27 polegadas (adulto) tem um swingweight (peso percebido durante o swing) muito maior que uma 26. O equilíbrio é diferente, a distribuição de massa é diferente.
O que acontece? A criança não consegue acelerar a cabeça da raquete. O swing, que era fluido, fica curto, travado, “empurrado”. A criança começa a usar o ombro e as costas para compensar a falta de força no braço, e aí começam as lesões. Ela perde o timing do golpe.
A transição da 26 para a 27 (adulto) é a mais delicada. Ela só deve acontecer quando a criança tem altura (pelo menos 1,55m) e, principalmente, força funcional e técnica para manusear o peso extra. Não pule a raquete 26. Ela existe por um motivo. É o degrau final e mais importante.
A hora certa de trocar
“Professor, quando eu troco a raquete dele?” Você tem três gatilhos. O primeiro é a altura. Faça o “teste do chão” (que vimos no começo) a cada seis meses. Se a raquete 23 está parecendo um palito de dente na mão dele (muito curta), está na hora da 25. O crescimento é o indicador número um.
O segundo gatilho é o nível de jogo. A criança está saindo da bola laranja para a verde? Ela precisa de mais estabilidade. A raquete 23 de alumínio vai começar a “torcer” na mão dela. É a hora de pular para uma 25 de grafite. O equipamento tem que acompanhar a evolução da bola e da quadra.
O terceiro gatilho é a queixa. Se a criança começa a reclamar de dor (“meu braço dói depois do treino”) ou de performance (“minha bola não anda”), ouça. Pode ser a raquete. Uma raquete de alumínio “rouba” potência. Uma raquete de grafite (como a Clash ou a Radical) vai dar a ela a estabilidade e a potência que ela precisa, sem exigir mais esforço físico.
O dilema: Ídolo (Marketing) vs. Necessidade (Técnica)
Seu filho vai chegar na loja e pedir a Babolat Pure Aero amarela e roxa do Alcaraz (ou a Rafa). É a raquete do momento. Mas pode ser que seu filho tenha um swing reto, flat, e o braço sensível. A Aero (que é rígida) pode ser a pior escolha para ele. O professor talvez recomende uma Head Radical (versátil) ou uma Wilson Clash (conforto).
É uma negociação. O visual importa. A criança tem que amar a raquete. Mas a técnica e a saúde vêm primeiro. O melhor cenário é testar. Peça ao seu treinador (ou à loja) raquetes de teste (demos). Deixe a criança bater 15 minutos com a Aero, 15 com a Clash, 15 com a Radical.
Muitas vezes, a própria criança vai dizer: “Nossa, essa (a Clash) é mais gostosa”. Ela sente o conforto, mesmo sem entender a física. Confie na sensação dela e na orientação do treinador. É melhor ter um jogador saudável e feliz com uma raquete “menos legal” do que um jogador frustrado e machucado com a raquete da moda.

Wallison Felipe Soares
Renato Fernandes, CRN9/ 22289, é um nutricionista apaixonado por transmitir conteúdo sobre saúde e nutrição para as pessoas.
Formado pelo grupo UNIEDUK, iniciou sua jornada como professor de tenis há mais de 20 anos.
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